Realmente deveser uma aflição muito grande, o sofrimento de uma mãe no trabalho de parto e durante o parto. Uma parteira me contou que uma jovem mãe chorava de medo de tanta dor antes e durante o parto. E, logo em seguida, sorria ainda com lágrimas nos olhos ao se deliciar olhando seu lindo filho que acabara desair de dentro dela. Alegria, e poder. O poder de gerar uma vida. Deve ser muito forte!
Neste evangelho, parece que Jesus está se referindo a passagem desta vida para a vida eterna. Sofremos, choramos, temos medo da morte, mas em seguida nos alegramos lá no céu que nos foi prometido por Jesus, o filho de Deus.
E aí? Será que acreditamos mesmo nesta outra vida, ou fazemos tudo o que cremos nesta vida, só por via das dúvidas? Na verdade, é uma coisa que a gente foge de pensar nela. “Sartamos de banda” quando o assunto é morrer, ou morte. Nem pensar.Principalmente quem é jovem. Agora eu quero mais é viver, curtir a vida, por que esse “barato” de morrer ainda tem muito chão. Assim pensa muitos daqueles que como nós um dia, está na flor da idade, com todo o vigor físico e mental, tentações por todos os lados, e, afinal a vida é só alegria, meu irmão! Qual é?Eles não sabem o que os espera! Disse um dia um senhor cheio de dores nos ossos.Repare nas missas semanais.A maioria absoluta não é de adultos nem tão pouco de jovens. Quem está lá? Os da terceira idade e idosos.
Vamos ser sensatos. Ser cristão para mim que já passei da idade adulta, até que não é muito difícil. Agora, difícil foiser cristão quando eu tinha dezenove anos e mais. Que dureza!
Aí vem Jesus e declara que “há mais alegria no céu quando um pecador volta para Deus do que quando os justos estão rezando...”
Geralmente muitos de nós nos debandamos na juventude e voltamos a Deus na velhice, semelhante ao filho pródigo... Depois que aproveitamos bem a vida, voltamos depois dos quarenta para a igreja com aquela cara de santo... Jesus poderia aparecer na nossa frente e dizer: “agora? Demorou, brother! Já era!
"Guardai-vos dos escribas que gostam de andar com roupas compridas, e de ser cumprimentados nas praças públicas... ...e de sentar-se nas primeiras cadeiras nas sinagogas e nos primeiros lugares nos banquetes."
Caríssimos irmãos. Que isso nunca aconteça a nenhum de nós. De fazer as coisas na igreja com o objetivo de aparecer e de nos promover. Com o objetivo de glória pessoal. Precisamos nos vigiar sempre, verificar se estamos mesmo fazendo as coisas para a glória de Deus ou para a nossa projeção pessoal. Principalmente quando pegamos um microfone, seja na missa, seja em outra ocasião. Que isso não seja um "olha eu aqui", mas sim, que seja um "vejam, vou falar de Jesus que está aqui", por exemplo.
Neste evangelho, mais uma vez Jesus "dá uma dura" nos representantes da classe dominante do seu tempo. É mais uma crítica à classe dirigente do templo e da Judéia: os escribas, os fariseus, os sacerdotes e os latifundiários (donos de terras). Jesus não suportava a hipocrisia, principalmente dos gananciosos fariseus, os quais se faziam de santos, mas Jesus os via por dentro. Jesus sabia o íntimo de cada um, e não tinha medo de lhes jogar na cara quem realmente eles eram. Eles gostavam de aparecer, de serem respeitados, e reconhecidos como autoridades máximas, conhecedores da uma verdade indiscutível. Na sinagoga (templo ou igreja) eles se achavam o máximo. Ai daquele que pretendesse ser mais santo e mais poderoso que eles. Imaginem quando Jesus disse, para quem quisesse ouvir: "A mim foi dado todo o poder no céu e na terra". E "...eu sou o caminho, a verdade e a vida."
Caríssimos. Podemos e devemos assumir qualquer cargos na nossa comunidade, mas não podemos esquecer de que estamos a serviço de Deus, e que precisamos ser humildes, a exemplo do Mestre que lavou e até beijou os pés dos discípulos. Aquele que disse: Aquele que quiser ser o melhor, tem de ser o menor entre todos. Nenhum cargo dentro da Igreja deve subir à nossa cabeça ao ponto de nos fazer pensar que somos melhor que os demais participantes da comunidade. Isso é: Anticristão, ridículo, antipático e produz efeito contrário ao objetivo principal de uma comunidade cristã, que é o de SERVIR.
Prezados irmãos o Evangelho de hoje nos mostra uma verdadeira conversão de um homem muito rico. Trata-se de um fato real, não foi uma parábola inventada por Jesus, pois Zaqueu existiu e existe hoje no Reino dos Céus, por ter se salvado, ao se arrepender dos seus roubos e por não ter tido vergonha de subir em uma árvore vara ver melhor o grande ídolo daquele momento, JESUS DE NAZARÉ, O PRÓPRIO DEUS FEITO HOMEM!
A conversão do rico Zaqueu Foi um fato histórico como o foram todos os fatos envolvendo a pessoa de Jesus. Zaqueu era o chefe dos cobradores de impostos e roubava muito dinheiro. Por isso e por pegar o dinheiro daquele povo para os invasores romanos, ele era odiado por muitas pessoas.
A conversão aconteceu no momento em que Zaqueu, pela graça de Deus através de Jesus, decidiu distribuir metade de seus bens aos pobres e de restituir todo dinheiro alheio, quatro vezes mais, a quantia que porventura houvesse roubado de alguém. Zaqueu era um homem esperto, inteligente, que até então havia agido com desonestidade, e portanto era um homem rico possuidor de uma bela casa, mas no fundo Zaqueu era um homem de fé, e estava ansioso para conhecer Jesus.
Mas na verdade, foi Jesus que procurou aquele homem rico, porém possuidor de um bom coração, e de muitas boas intenções, apesar de ter se aproveitado do seu emprego para enriquecer ilicitamente. Sua salvação aconteceu por ele ter enxergado a mão amiga de Jesus estendida para tirá-lo daquela vida ilusória de acúmulo de bens materiais, sendo que a verdadeira felicidade só é encontrada em Deus. Isto Por que a verdadeira felicidade não está nas riquezas ou no bem-estar, nem na glória humana ou no poder, nem em qualquer obra humana, por mais útil que seja, como as ciências, a técnica e as artes, nem em outra criatura qualquer, mas apenas em Deus, fonte de todo bem e de todo amor. O décimo mandamento proíbe a avidez e o desejo de uma apropriação desmedida dos bens terrenos; proíbe a cupidez desmedida nascida da paixão imoderada das riquezas e de seu poder. Proíbe ainda o desejo de cometer uma injustiça pela qual se prejudicaria o próximo em seus bens temporais. (Catecismo da Igreja Católica)
Mas infelizmente, nos dias de hoje, só tem valor que é rico ou famoso. A grande tônica da escala de valores aponta para isso. Quem não tem nada na vida, não vale absolutamente nada.
A riqueza é o grande deus atual; a ela prestam homenagem instintiva a multidão e toda a massa dos homens. Medem a felicidade pelo tamanho da fortuna e, segundo a fortuna, medem também a honradez... Tudo isto provém da convicção de que, tendo riqueza, tudo se consegue. A riqueza é, pois, um dos ídolos atuais, da mesma forma que a fama... A fama, o fato de alguém ser conhecido e fazer estardalhaço na sociedade (o que poderíamos chamar de notoriedade da imprensa), chegou a ser considerada um bem em si mesma, um sumo bem, um objeto, também ela, de verdadeira veneração.
O desapego das riquezas é necessário para entrar no Reino dos Céus. "Bem-aventurados os pobres de coração." (Catecismo da Igreja Católica)
Porém, se o Rico Zaqueu se salvou, é sinal que “para Deus nada é impossível”
Prezado irmão, prezada irmã. Não foi por acaso que você acessou este Blog, não foi também por acaso que você leu esta mensagem de Jesus. E se você tem um ou vários computadores com internet é por porque você não é fraco não! Então, será que Jesus hoje não está dizendo nada para você? Calma. Não precisa vender tudo, e dar o dinheiro aos pobres. Não precisa ficar triste como o jovem rico. Você pode continuar com sua riqueza, mas DE FORMA NÃO EGOÍSTA.
Seja mais caridoso. Na hora das suas refeições pense naqueles que não têm o que comer. Na hora de se deitar na sua confortável cama, pense naqueles que estão ao relento, tentando dormir nas calçadas da vida. Na hora em que você estiver tomando o seu delicioso banho, pense naqueles que cheiram mal por não terem onde se banhar. Mas, meu irmão(ã), não somente pense, mas faça alguma coisa por eles. Zaqueu hoje está no céu por ter ajudado os pobres, devolvido o que roubou e por ter se voltado para Deus.
O cego em Jericó. A aproximação de Jericó assinala a última etapa da viagem de Jesus a Jerusalém. Aqui, como no incidente das crianças, os discípulos tentam impedir uma pessoa "insignificante" de perturbar o Mestre. O evangelista continua em outro nível a apresentar a vida da Igreja como uma viagem com Jesus no caminho do Senhor. A observação de que "os que iam na frente" são os que repreendem o mendigo é advertência sutil aos chefes religiosos que menosprezam as necessidades dos indefesos . Mas Jesus veio para esses humildes que expressam sua necessidade de salvação. Este capítulo é uma galeria deles: a viúva, o coletor de impostos, as crianças e agora o mendigo cego.
Em Marcos, o mendigo é identificado como Bartimeu. Cego como é, exclama com discernimento inspirado, chamando Jesus pelo título messiânico de "filho de David". Quando interrogado, ele vai mais longe e identifica Jesus como "Senhor". Em resposta a essa fé, recebe a mensagem de libertação que agora já é frase estereotipada: "A tua fé te salvou!". Tanto o mendigo como as testemunhas entendem o significado definitivo desse ato de poder e glorificam a Deus.
Nossa cegueira é muito grande. Fechamos nossos olhos diante de muitas coisas erradas que acontecem: Dentro de nós, na nossa família, na nossa vizinhança, no ambiente de trabalho, na escola e na sociedade. Com o receio de que alguém diga que estamos falando mal do próximo, nos calamos diante de muita coisa errada que as pessoas fazem em nossa volta e que muito nos prejudica.
É preciso diferenciar as palavrasdenunciar de fofocar. Falar mal do próximo é uma coisa. Denunciar o mal que o próximo faz, é outra coisa parecida, mas diferente. Os profetas anunciavam e denunciavam. Por isso eram mal vistos por aqueles cujas maldades que faziam eram apontadas pelos profetas. O próprio Jesus Cristo denunciou os defeitos principalmente dos fariseus e muitas vezes os chamou de hipócritas na cara deles.
Tem gente que ainda não entendeu porque Jesus foi morto. Se Ele era bom, como pode tê-lo matado? Se Ele era poderoso porque não destruiu os cravos que lhe pregaram na cruz?
Temos medo de denunciar. Temos medo das conseqüências e das retaliações. Por isso fingimos não ver o que os nossos jovens estão fazendo, fingimos não ver até o caminho que nos nossos filhos estão se embrenhando, por que a psicologia moderna diz que eles podem ficar traumatizados se agirmos com muita pressão em cima deles.
Errado! Jovem precisa de energia por parte dos pais e superiores. Porque mesmo com toda aquela arrogância, com aquele nariz empinado de quem sabe tudo, de quem pode tudo, os jovens no fundo são muito inseguros, por que não tem uma coisa que nós os maduros temos, que é a experiência. E os jovens precisam de controle, sim. Eles mesmos sentem quando os próprios pais não exercem esta energia controladora com eles. Eles sentem quando a direção da escola não os controla como deveria.
Se a diretora ou a professora quiser dar uma de boazinha e fechar os olhos para com os abusos e indisciplina dos jovens, se não colocar limite no seu comportamento, a escola com certeza se transformará num inferno.
Assim, também a sociedade. Se ninguém denunciar as coisas erradas que acontecem em nossa volta, o mal tende a crescer e se avolumar transformando em um monstro que vai nos devorar como já está acontecendo em certos lugares deste nosso Planeta .
O Cristão não deve falara mal do próximo, mas tem de denunciar sim, porque a nossa missão é construir um mundo melhor. E só conseguiremos isso através da denúncia das coisas erradas que o nosso próximo faz. Devemos atacar o erro e não a pessoa que o comete. Isso é outra coisa que também sempre confundimos, mas temos de separá-las.
Há um ditado que diz que “na casa da avó, tudo pode”. Infelizmente tenho de denunciar aqui um grande problema familiar que está neste momento corroendo as estruturas mestras das nossas famílias. Os avós não fazem por mal. Mas ao serem muitos liberais com os netinhos estão tirando a autoridade dos pais, e prejudicando a educação das crianças as quais quando crescerem, vão querer fazer tudo que lhes vêm na cabeça, e isso é mau uso da liberdade. Isso acarreta uma série de complicações familiares, sociais, morais e econômicas.