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29 de dez de 2009

João Batista deve diminuir par Jesus crescer.

09- Janeiro

Jo 3, 22-30

Diante da discussão entre os discípulos de João e um judeu, a respeito da purificação, João Batista age com muita habilidade, para resolver aquele desentendimento. Os judeus, entendiam a questão da purificação de uma forma totalmente distorcida ao longo dos tempos, enquanto que João Batista e seus discípulos a entendiam da forma que lhes foi inspirada pelo Espírito Santo.

Mas João está mesmo é preocupado em concluir o seu trabalho de preparação dos caminhos que levam ao Messias. E naquele momento ele já estava quase terminando a sua tarefa. Vejam que Ele afirma: Importa que ele cresça e que eu diminua.

A figura de João Batista tinha crescido tanto que poderia até prejudicar a pessoa de Jesus Cristo. Por isso é que ele se expressa desse jeito. Ele vê Jesus se aproximando, e diz: "Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo". O fato de João apontar Jesus como o Cor­deiro recorda imediatamente a Páscoa da libertação da escravidão egípcia (cf, Êxodo 12,1-14). A prática de Jesus será uma prática de libertação e de passagem da escravi­dão e morte para a liberdade e a vida. Jesus vai tirar o pecado do "mundo". Pecado é adesão a um sistema social que gera a morte do povoe do mundo. Com sua prática, Jesus libertará as pessoas desse sistema de morte. Todavia, isso não se dará sem o enfrentamento do centro do poder, representado pelo Sinédrio, o supremo tribunal que irá condenar e matar Jesus. Mas Jesus ressuscitará e vencerá o poder da morte.

Em seu testemunho, João afirma que Jesus é mais importante do que ele. Por isso ele, João precisa encolher, para dar lugar ao brilho de Jesus.

Seria um absurdo também se algum de nós se considerasse tão importantes quanto a pessoa de Jesus. Quando estamos dedicados ao nosso trabalho pastoral, missionário, recebemos muitos elogios, que podem por um momento nos envaidecer, nos fazer sentir grande. Cuidado! Grande, Santo é só um. Deus.

Observem que o próprio Jesus repreendeu aquele jovem quando o chamou de Mestre. Por que Mestre é só o Pai.

Irmãos. Sejamos humildes. Os elogios são importantes, e até necessários para incentivar alguém que está dando tudo pelo Reino de Deus. Mas vai devagar. Não se ache o máximo diante dos elogios.

João Batista ao se preocupar em diminuir a sua importância, a sua imagem para que Jesus possa crescer e exercer a sua missão, nos ensina que nenhum líder comunitário deve fazer-se mais importante que o padre, ou o vigário da paróquia.

Por outro lado, o padre não tem o direito de dificultar o trabalho de um catequista pelo fato dele saber mais que o padre. Pelo fato do catequista ser um iluminado, e muito esforçado. O padre tem por obrigação, arrumar tempo para ler, meditar e rezar muito. Para não se sentir menor que nenhum membro da comunidade paroquial. O padre é o padre. Acima de tudo tem de fazer por merecer a iluminação do Espírito Santo. Tem padre que reclama da repetição do evangelho. Mas fazer o que? É assim mesmo. Os ensinamentos de Jesus são poucos. Podem ser resumidos em duas frases. Amar a Deus e ao próximo. O resto são detalhes, que só com muita iluminação, podemos sempre estar variando para evitar a repetição.

Sal.

A luz de Cristo está em nós e no nosso meio.

04 –Janeiro- segunda

Evangelho (Mateus 4,12-17.23-25)

“Sua fama se espalhou, e todos vinham ver, o fenômeno do jovem pregador, que tinha tanto amor.”... Pe. Zezinho

Como havia sido dito pelos profetas, Jesus nos aparece hoje anunciando a boa nova. E Jesus escolhe a Galiléia, que era conhecida como terra de pagãos. Ai a gente se pergunta por que Jesus escolheu justamente a Galiléia? Para que se cumprisse o que foi dito na profecia de Isaias, que para o povo que estava nas trevas, brilharia uma luz, e a profecia foi realizada em Jesus.

Jesus veio para resgatar e salvar o que estava perdido. Ele veio com sua palavra de libertação, conversão e misericórdia para libertar a todos de uma de uma ideologia opressora de uma doutrina excludente, orientado a todos a prática da caridade, justiça, igualdade, “rompendo com a escravidão do egoísmo”, e deixando-se guiar pela luz, que é Cristo. A esse povo oprimido Jesus não levou só a palavra de libertação, mas lhes deu esperança, curando todo tipo de doenças e enfermidades daquele povo. Jesus era seguido por multidões, e a Ele eram levados os doentes e atormentados, para que fossem por Ele curados, e Jesus curava a todos.

Jesus nos convida a conversão, pela sua Palavra nos liberta qualquer coisa que possa nos escravizar, nos deixar sem a Luz de Cristo. Basta que nos deixemos guiar pelo Ele, e pelo Pai. Além de sermos convidados a conversão, Cristo nos chama para exercermos o seu ministério, anunciado o Reino de solidariedade, fraternidade, partilha, união, paz e comunidade. Jesus quer ver todos nós seguindo o “caminho que nos leva ao Pai, na felicidade da reconciliação e do amor.” Experimente esse amor, e você com certeza irá se perguntar por que não fez isso antes. Falta tempo? Não, não é essa a resposta. Talvez o que falte é coragem para iniciar, o medo, e isso é muito normal. A recompensa é maravilhosa, você descobre e vive uma nova forma de amor, e percebe que você pode participar do projeto de Deus, e de alguma forma encontrará algo que pode fazer para ajudar a tornar este mundo melhor. Descobrirá o quanto as pessoas são carentes de um abraço, um sorriso, de um carinho, gestos simples que realmente podem salvar uma vida. Com carinho, amor, compreensão podemos fazer a diferença na vida de alguém.

Mª Elian

28 de dez de 2009

João. A voz que todos precisamos ouvir.

02 de Janeiro – A voz que todos precisamos ouvir.

Evangelho (João 1, 19-28)

O evangelho destaca hoje João Batista, a voz clama no deserto, chamando o povo para se preparar para chegada do Messias. João que era filho de um sacerdote do templo rompe com a tradição, e escolhe o deserto, para anunciar o batismo da conversão para que a justiça fosse praticada. Os sacrifícios feitos no Templo não tiravam os pecados do mundo, mas sim a prática da misericórdia e justiça. João veio endireitar os caminhos que foram desfigurados pelos sacerdotes e fariseus do Templo, e esse caminho preparado por João Batista, era o caminho pelo qual Jesus se identificará.

João Batista, era visto pelos chefes religiosos como ameaça aos seus privilégios. E por isso mandam a sacerdotes e levitas questionarem João Batista: “Quem és tu?” João não tinha pretensão de identificar como o Messias, ou que fosse confundido com os antigos profetas, e diz: “Entre vós está aquele que não conheceis, é aquele que vem depois de mim. Não conhecia Jesus, mas sabia que já chegara àquele que era maior que ele, e sabia que não era digno de desatar as correias de suas sandálias. Sua missão de precursor estava concluída, a voz que clama no deserto se calaria. “João Batista fazia apenas o que fora pedido por Deus. ”Porém, Jesus só iniciaria seu ministério após se batizado por João Batista”.

Irmãos, irmãs que ao colaborarmos com o projeto de Deus, anunciando a Palavra, e preparando a todos para acolher o seu filho Jesus, que tenhamos a simplicidade de coração de João Batista, e reconheçamos sempre a nossa pequenez diante do Pai e que possamos compreender nossa missão de servidores de seu filho Jesus. Que bom seria se houvessem mais vozes clamando do no “deserto” do nosso mundo!

Mª Elian

Jesus ressuscita um jovem.


Lc 4, 14-22

E aproximando-se, tocou no esquife, e os que o levavam pararam. Disse Jesus: Moço, eu te ordeno, levanta-te.

Jesus ficou com muita pena daquela mulher, que vinha chorando porque seu filho querido havia morrido. Ela tinha perdido seu marido recentemente e agora o filho. Era sofrimento demais. E Jesus sabia de tudo aquilo, sem precisar pergunta-lhe por chorava tanto.

Jesus se aproxima do esquife onde estava o corpo daquele jovem inerte sem vida, e que era carregado por quatro homens. Olhou para a mulher, e disse.

-Não chore! Voltando-se para o Esquife, Jesus tocou apenas na madeira em vez de tocar no jovem, e o ordena a se levantar. Imediatamente o jovem que estava morto, para o espanto de todos que acompanhavam aquele enterro, levanta-se, senta no referido esquife, e começa a conversar com as pessoas como se nada tivesse acontecido.

A mãe daquele ex-moribundo não podia conter-se de tanta alegria. Maravilha! Ter o seu filho de volta.

Prezados irmãos. Aqui estamos diante de mais uma demonstração de poder do Filho de Deus, com um detalhe muito importante. Jesus ficou com muita pena daquela pobre mulher.

Você meu irmão, minha irmã que sofre, pode estar certo de que Jesus não está contente com isso. Ele tem muita pena também de nós, por causa dos nossos sofrimentos. Só que hoje, Jesus não realiza aqueles milagres espetaculares. Além disso, Ele respeita as leis da natureza, como é o caso do EFEITO ESTUFA, que está matando e desabrigando muita gente com as enchentes que têm acontecido. A culpa é do ser humano que jogou ou emitiu uma quantidade enorme de poluentes na atmosfera, aquecendo-a num efeito estufa mundial, e causando altas taxas de evaporação e chuvas torrenciais.

Mas vamos pedir a Jesus que teve tanta pena daquela viúva. Senhor. Tende piedade de nós!

Sal.