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30 de ago de 2010

Os discípulos e o jejum - Missionários Claretianos

Sexta-feira, 3 de setembro de 2010

22ª Semana do Tempo Comum

São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja (Memória)


Outros Santos do Dia: Aigulfo de Lérins (abade, mártir), Ambrósio de Sens (bispo), Aristeu e Antonino (mártires), Ansano de Milão (bispo), Basilissa de Nicomédia (virgem, mártir), Cutburga de Wimborne (viúva, abadessa), Eufêmia, Dorotéia, Tecla e Erasma (virgens, mártires de Aquiléia), Febe (mãe de família e diaconisa, citada na Carta aos Romanos, 16, 1-2), Frugêncio de Fleury (monge, mártir), Hereswitha de Chelles (princesa, viúva, monja), Mansueto de Toul (bispo), Régulo de Rheims (monge, bispo), Sandálio de Córdova (mártir), William de Bérgamo (ou da Brescia, bispo), Zeno e Cariton (mártires).

Primeira leitura: 1 Coríntios 4, 1-5
O Senhor manifestará os projetos dos corações.
Salmo responsorial: 36, 3-6.27-28.39-40
A salvação de quem é justo vem de Deus.
Evangelho: Lucas 5, 33-39
Mas dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão.

O jejum era empregado pelo povo judeu nos momentos de dor e lamentação. Os discípulos de João Batista viviam asceticamente; os discípulos dos fariseus eram observantes dos jejuns cerimoniais. Por isso, enquanto Jesus está no meio dos seus, não há necessidade de jejum, tamanha é a alegria da presença.

Jesus apresenta três parábolas para demonstrar que o pensamento antigo de um Deus (castigador e vingativo), se choca com a nova concepção de Deus (o Pai amoroso, misericordioso). Não se pode mesclar a Lei mosaica, que oprimia o povo, com a Lei de Deus ensinada por Jesus: o amor. É por isso que não se pode usar pano novo para remendar vestido velho; não se põe vinho novo em odres velhos; ninguém quer um vinho novo quando provou antes o velho. Deus fez algo novo em Jesus.

Nós, como cristãos, somos chamados a seguir anunciando a Novidade de Jesus neste mundo cheio de tantas injustiças e sinais de morte. Para isso é preciso estar abertos aos novos tempos que o Espírito de Deus nos apresenta e isso vamos conseguindo através da oração, da meditação e da reflexão pessoal.

Missionários Claretianos

Eles deixaram tudo e seguiram a Jesus - Missionários Claretianos .

Quinta-feira, 2 de setembro de 2010

22ª Semana do Tempo Comum

Santos do Dia: Agrícola de Avinhão (bispo), Antolino de Palência (presbítero, mártir), Antonino de Pamia (mártir), Brocardo do Monte Carmelo (carmelita), Carlos de la Calmette (conde de Valfons), Castor de Apt (bispo), Diomedes, Juliano, Filipe, Eutiquiano, Leônidas, Filadelfo e Pentágape (mártires), Elpídio de Lião (bispo), Elpídio da Capadócia (abade), Evódio, Hermógenes e Calista (mártires de Siracusa), Hieu de Tadcaster (virgem), João Maria du Lau (arcebispo de Arles, mártir), Justo de Lião (bispo), Lolano da Escócia (bispo),Luís Barreau de la Touche (monge), Máxima de Roma (mártir), Nonoso de Monte Sorate (abade), Valentino de Estrasburgo (bispo), William de Roskilde (bispo), Zenon, Concórdio e Teodoro (mártires de Nicomédia).

Primeira leitura: 1 Coríntios 3,18-23
Tudo é vosso, mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus.
Salmo responsorial: 23, 1-6
Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra.
Evangelho: Lucas 5, 1-11
Eles deixaram tudo e seguiram a Jesus.

Lucas apresenta um cenário bastante comum no contexto em que Jesus se encontra às margens do lago de Genesaré, na Galiléia, com barcos, pescadores, redes e peixes. Jesus utiliza um dos barcos para ensinar as pessoas que se tinham deixado tocar pela Palavra de Deus. O ambiente era de opressão cada vez mais intensa do Império Romano sobre o povo de Israel.

As pessoas buscavam uma mensagem que lhes tirasse a dor e o sofrimento. Buscavam a Jesus, chamado de Mestre pelos pescadores, e que propunha palavras de vida eterna. As pessoas o procuram e Jesus sente a necessidade de chamar colaboradores que o ajudem nessa árdua tarefa. Deve-se navegar mar adentro, quer dizer, deve-se arriscar para seguir a missão de Jesus como entrega total. Lançar as redes e ser pescadores de homens para Deus.

Obviamente sentirão insegurança e desconfiança: “Não pescamos nada”, mas o Senhor nos dará a capacidade de realizar nosso trabalho com generosidade e amor: em teu nome encherás as redes. Deixar tudo para seguir Jesus é colocar os valores do Reino (justiça, paz, solidariedade, amor, etc) acima dos antivalores que o mundo nos apresenta.

Missionários Claretianos

Eu devo anunciar a Boa-nova... - Missionários Claretianos

Quarta-feira, 1 de setembro de 2010

22ª Semana do Tempo Comum

Santos do Dia: Ana (profetisa, citada em Lc 2,36-38), Artur, Patrício e Ferganânimo (trinitários, mártires), Constâncio de Aquino (bispo), Donato e Félix (dois irmãos, martirizados em Sentino), Gil de Castaneda (abade), Gil de Nîmes (abade), Inácio Clemente Delgado, Celebrian-Melus e Companheiros (mártires do Vietnan), Josué e Gedeão (personagens bíblicos do AntigoTestamento), Lupo de Sens (bispo), Prisco de Cápua (bispo, mártir), Régulo de Piombino (mártir), Sisto e Sinício (bispos de Reims), Terenciano de Todi (bispo, mártir), Verena de Zurzach (virgem, mártir), Vicente e Leto (martirizados na Espanha), Vitório de Mans (bispo).

Primeira leitura: 1 Coríntios 3,1-9
Nós somos cooperadores de Deus, e vós sois lavoura de Deus, construção de Deus.
Salmo responsorial: 32, 12-15.20-21
Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!
Evangelho: Lucas 4, 38-44
Eu devo anunciar a Boa-nova do Reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado.

Jesus sabe muito bem que sua missão se desenvolve também no seio familiar. Entra na casa de Simão (Pedro) e encontra a sogra dele muito doente e com febre. Lucas apresenta o poder da Palavra de Jesus: Ele ordena à febre, e à enfermidade que a deixava muito debilitada e sem ânimo para nada. Imediatamente ela recupera a saúde.

A sogra de Pedro se torna modelo de um verdadeiro compromisso cristão. Ao se sentir curada por Jesus, a primeira coisa que faz é servi-lo. O evangelista também ressalta a compaixão de Jesus diante das enfermidades que atingiam o povo pobre. Impunha sobre eles as mãos e os demônios saiam gritando desesperados. “Tu és o Filho de Deus”. Porém, Jesus se sente também chamado a pregar a Boa Nova a outros povos, porque para isso fora enviado. Servir Jesus é equivalente a servir a todas as pessoas, de maneira especial aos mais pobres e necessitados.

Por isso, quem diz que serve Jesus e não ajuda seu irmão solitário e desamparado, está mentindo. Ambos serviços são inseparáveis. Em outras palavras: ambos se complementam mutuamente. Então, qual é a nossa missão e o nosso compromisso na Igreja de Deus?

Missionários Claretianos

29 de ago de 2010

Nem sempre somos acolhidos e admirados porque seguimos os ensinamentos de Deus. Assim foi também no tempo de Jesus - Maria Regina.


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O Evangelho de hoje nos revela o momento em que Jesus, na sinagoga da sua cidade de Nazaré, anunciou ao mundo a Missão que o Pai lhe dera pela unção do Espírito Santo. Jesus veio ao mundo e foi consagrado para anunciar a boa notícia da salvação aos pobres e proclamar a libertação de todos os que estão cativos, cegos e oprimidos pelas correntes do pecado.

Hoje também se cumprem as Escrituras, quando, pelo poder do Espírito Santo, Jesus age em nós e nos liberta das cadeias em que nos vemos envolvidos por causa do pecado. É pela Palavra que nós temos acesso a toda revelação de Jesus para nós.

E é também a Palavra quem nos capacita a revelar ao mundo que a nossa missão é a mesma de Jesus: anunciar a boa nova aos pobres, proclamar a libertação aos cativos e aos cegos, libertar os oprimidos e proclamar a graça e a misericórdia do Pai a todos os quais nós encontramos. Todos nós que somos batizados em Cristo temos também esta vocação.

Pela palavra que anunciamos, pela oração que fazemos ou pelo nosso testemunho, todas estas coisas acontecem àqueles a quem nós nos dirigimos. Naquele tempo o povo de Nazaré não acreditou em Jesus porque Ele era de casa, mas mesmo assim Ele não desistia dos seus. É difícil para nós também anunciarmos Jesus na nossa casa ou evangelizar as pessoas no lugar aonde todos nos conhecem.

Nem sempre somos acolhidos e admirados porque seguimos os ensinamentos de Deus. Assim foi também no tempo de Jesus. Por isso é que Ele nos recorda as figuras de Elias que fez prodígios na vida de uma viúva que não pertencia ao povo de Israel e Naamã, o sírio, que procurou Eliseu longe da sua terra para ser curado da lepra. Às vezes não fazemos sucesso onde queríamos, mas o Senhor nos envia a alguém a quem nem imaginamos, para que por nosso meio ela possa obter cura e libertação.

Meu irmão, minha irmã , reflita , a quem você se sente chamado a evangeliza? Para você o que é evangelizar? O que você tem feito para atrair os seus para uma vida melhor? Você tem visto algum progresso na sua família por causa do seu testemunho de vida? Você continua insistindo? Você sente o poder do Espírito Santo quando fala no nome de Jesus Cristo?

Amém

Abraço carinhoso

Maria Regina

28 de ago de 2010

A humildade também requer paciência, esperança, compreensão e aceitação da vontade de Deus - Maria Regina.



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Lucas apresenta o tema da humildade, a partir da parábola da escolha dos lugares, e o tema da importância dos pobres no Reino de Deus, a partir da parábola da escolha dos convidados, mais do que apontar para a humildade de quem convida os marginalizados, acentua, bem a gosto de Lucas, a importância dos pobres no Reino de Deus. Na realidade, há a questão básica que se impõe aos que crêem, sobre a acolhida devida aos carentes e necessitados, privilegiados de Jesus.

Para Jesus, convidar os pobres, pois, não tendo com que retribuir, a recompensa da gratuidade há de ser dada pelo próprio Deus na ressurreição dos justos. Do mesmo modo que é conveniente se colocar no último lugar pela vivência da humildade, também é mais dadivoso convidar os pobres e aleijados para o banquete do que os amigos, parentes e vizinhos ricos.

Jesus Cristo trouxe para nós a salvação de uma maneira muito abrangente. Ele não se restringiu a nos direcionar apenas para as “coisas do espírito”, mas também veio nos formar como homens e mulheres que estão aqui na terra, e que, portanto, precisam ser formados humanamente a fim de vivenciarem um relacionamento harmonioso e fraterno.

Ocupar o primeiro lugar nos dá uma idéia de presunção e de soberba. A mensagem evangélica nos leva a refletir que para Deus somos todos iguais, porém, nós próprios não podemos nos auto-promover entendendo que somos “mais dignos” que os outros. Seremos reconhecidos por Deus e pelo próximo, na medida do nosso serviço e do amor que vivenciarmos.

O reconhecimento da nossa verdade , isto é da nossa capacidade e limitação é o que pode se chamar de humildade. Portanto, enquanto não formos distinguidos no meio dos outros, seremos apenas convidados a espera do lugar que a nós é destinado. No plano espiritual também, somos chamados por Deus, por isso mesmo, precisamos estar atentos porque para cada um Ele reservou um “lugar muito especial”. A humildade também requer paciência, esperança, compreensão e aceitação da vontade de Deus.

A festa de casamento pode significar o Banquete da Salvação, quando o Noivo receberá Seus convidados e os assentará nos lugares designados pelo Seu Pai. O noivo é Jesus, nós somos apenas Seus convidados, assim sendo, precisamos somente preparar as nossas vestes e aguardar pelo que para nós foi preparado.

Meu irmão, minha irmã,reflitamos :O que você entende por humildade e presunção?E guardemos no coração as palavras do Mestre: Quando deres um banquete convide os cegos, os aleijados, os pobres e serás abençoado. Pois eles não poderão pagar o que tu fizeste, mas Deus te pagará no dia em que as pessoas que fazem o bem ressuscitarem.

Amém
Abraço carinhoso
Maria Regina