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30 de set de 2010

Jesus passou a noite toda em oração. - Sal

28 de Outubro

Evangelho - Lc 6,12-19

Passou a noite toda em oração, consultando o Pai, falando com o Pai, sobre a escolha dos 12 discípulos. Quando terminou sua longa oração, Jesus escolheu doze dentre os discípulos, aos quais deu o nome de apóstolos, ou seja, depois desse dia, passaram a terem os nomes de apóstolos.

Jesus enquanto Deus não precisava rezar ou orar, mas para nos deixar o exemplo, Ele rezava muito. Levantava de manhã antes do amanhecer e se retirava a um lugar deserto para orar. Às vezes passava a noite inteira em oração.

E nos disse que devemos vigiar e orar sem cessar, pois o espírito está preparado, mais a carne é fraca.

Ele nos deu o exemplo, pois rezava: de manhã, à noite, às refeições, na sinagoga (igreja). Suas orações eram sempre inventadas na hora, eram espontâneas.

Jesus rezou:

De noite: ( Lc.6,12) Na montanha, Ele passou a noite toda rezando...

De manhã: ( Mc.1,35) Ao amanhecer foi rezar a sós...

Nas alegrias, agradecendo: (Lc. 10,21) "Eu te louvo, Pai porque escondestes estas coisas dos sábios e as revelastes aos pequeninos..."

Na tristeza: ( Lc.22,41) "Pai... afasta de mim este cálice..."

Pedindo:( Lc.23,34 e Jo.17) "...Pai perdoai-lhes porque não sabem o que fazem..."

Jesus nos ensinou a rezar porque Ele conhecia como ninguém a natureza humana, suas fraquezas e suas limitações. Se por um lado nós pecamos durante o dia, podemos contar sempre com o perdão de Deus, pois Ele é amor. E isso faremos momentos antes de dormir. No momento em que prestamos conta a Deus do nosso dia. Começamos pedindo perdão, depois agradecemos tudo que quê Ele nos deu,e finalmente pedimos o que precisamos, mas não devemos pedir somente para nós, mas sim também para nossos familiares, amigos e até inimigos. Isso mesmo! Até pelos inimigos. Não só para que eles não nos façam mal, mas pela sua conversão.

Já me perguntaram: Por que as vezes rezamos, pedimos e não conseguimos nada?

Pode ser, que:

Rezamos distraídos ou mesmo sem fé o suficiente;

Pedimos uma coisa que não está de acordo com o plano ou a vontade de Deus; (Jesus mata meu vizinho, ele me incomoda muito!);

Pedimos para testar a Deus, para ver se realmente Ele é poderoso. (Como o fez Herodes)

Irmãos: somos limitados e dependentes, mas unidos a Deus pela oração, nossa coragem aumenta, nossos problemas serão facilmente solucionados. E é aí que se encontra aquilo que mais procuramos na vida, a felicidade, que está na certeza de que não estamos sozinhos diante dos obstáculos normais e extraordinários desta vida terrena.

Tem gente que só reza quando a "coisa fica preta". Só se lembram de Deus na hora do apuro: Na hora do sequestro, do incêndio, da morte iminente do filho, etc.

O próprio Jesus que era Deus rezou para nos dar o exemplo. Sendo Deus, Ele não precisava rezar, mas quis nos ensinar que sem Deus não somos nada, e que precisamos pedir sempre a sua força, sua proteção nos perigos, etc.

Podemos e devemos rezar todo instante. Para isso, basta elevar o nosso pensamento a Deus.

Os principais momentos em que precisamos falar com Deus, são: Ao levantar, nas horas de perigos, nas horas de alegrias (agradecendo), às refeições, na Igreja, e antes de dormir, ou a qualquer hora.

Jesus nos ensinou a rezar com: Fé, confiança, humildade, com insistência.

Podemos inventar as nossas próprias orações, falando com Deus do nosso jeito. Esse tipo de conversa com Deus, se chama: Oração espontânea ou informal. E também podemos pronunciar ou ler as orações que foram feitas por outras pessoas, como os salmos, o credo, o pai nosso, etc. A esse tipo de oração foi dado o nome de oração formal.

Prezados irmãos! Vamos rezar mais. Para estar na amizade com Deus, precisamos participar da Eucaristia, várias vezes por semana. Mais comungar só não basta. Precisamos rezar, rezar e rezar. Não só nas horas difíceis, de perigo, de tentação, de angústia, de dificuldades, mas acima de tudo nas horas alegres, agradecendo a Deus por tudo o que Ele gratuitamente nos dá.

Basta nós reduzirmos as orações, para que as tentações, os vícios enfim as paixões nos derrubar. “Vigiai e orai para não cair em tentação. O espírito está preparado, mas a carne é fraca.” E como é! Basta só um descuido e lá vamos nós!

Em resumo, orar, ou rezar, é conversar com Deus, e podemos fazer isso a qualquer hora, e em qualquer lugar, porque Deus é onipresente, isto é, Ele está em toda parte. E Onisciente. por que vê tudo que eu faço, até mesmo o que eu penso. Quem disse que nós devemos rezar foi o próprio Jesus.

Quantas vezes você já rezou hoje? Irmãos não deixem para rezar na hora que “a coisa ficar preta!” Comece agora!

Sal

Entrar pela porta estreita-Pe. Fernando Torres

27 de Outubro

SÃO POUCOS OS QUE SE SALVA
(Lc 13,22-30)
Comentário: O Reino, presente e compromisso
Sem dúvida o mais importante do texto evangélico é o anúncio de Jesus de que a boa nova da salvação não se dirige de forma exclusiva aos filhos de Israel, mais está aberta a todos os povos da terra. Mas junto com este anúncio tão importante para todos nós há outro que não convém esquecer e que está no princípio do texto.
Devemos voltar a ler o texto e ver de onde surge o anúncio de Jesus de que a salvação é para todos os povos. Não o diz Jesus como um discurso programático nem como uma catequese. Esse anúncio faz parte da resposta de Jesus a um que lhe faz uma pergunta concreta, muito concreta: “Senhor, serão poucos os que se salvarão?” A resposta de Jesus caminha em duas direções. Por uma parte, deixa-lhe claro ao que lhe pergunta que há que se esforçar. Por outra, que ninguém está isento desse esforço.
Os judeus, portadores da promessa
Sem dúvida, o que fazia a pergunta era judeu. Como judeu, tinha consciência de que a promessa a tinha recebido o antigo o povo de Israel. Aos patriarcas Abraão, Isaac e Jacob, Deus tinha-se dirigido para prometer-lhes que sua descendência ia ser mais numerosa que a areia das praias marinhas. A promessa tinha-se ido concretizado na entrega da Terra Prometida, na monarquia de Davi. O salvador viria da família do rei Davi. E, ainda que tanto a monarquia como o povo tivesse sido infiéis à Aliança, a promessa se tinha mantido. Pelos profetas a Palavra de Deus tinha seguido chegando ao povo e os judeus tinham plena consciência de ser o povo eleito. Tinham – pensavam – um verdadeiro direito sobre os demais povos. Se os “outros” queriam aceder à salvação, teriam que passar primeiro pela conversão ao judaísmo, para cumprir a lei.
Porém em sua resposta Jesus deixa claro que ter o selo de “ser judeu” não é nenhuma garantia de que a salvação se vá presentear. Há que se esforçar por entrar pela porta estreita. O Reino de Deus é dos esforçados, dirá Jesus em outro texto evangélico. Não vale dizer que somos do mesmo povo, nem que temos comido e bebido com o Senhor. Traduzido a termos mais atuais: não vale dizer que temos ido à missa aos domingos e que temos recebido os sacramentos. O que vale é a entrega pessoal e o compromisso para construir o Reino, para criar fraternidade, para reunir os filhos e filhas de Deus em torno da mesa comum, abrir as mãos para criar fraternidade e renunciar ao ódio, a violência e todo o que cria divisão e ruptura entre as pessoas, as famílias e os povos.
A salvação não se consegue com um certificado de ter cumprido uma série de requisitos rituais (se chame sacramentos, cumprimento de normas...). A salvação é fruto do compromisso pessoal em colaborar na obra do Reino. A salvação é fruto da graça de Deus que trabalha em nós e nos converte em criaturas novas. A salvação é nos deixar transformar pelo amor de Deus. A salvação é nos deixar encher pelo amor de Deus, mais não se produz sem nosso consentimento e nossa colaboração. A salvação é dom que se acolhe ativamente, é compromisso que transforma nossa vida e dá frutos para a vida do mundo.
A salvação é para todos os povos
Por isso, porque não podia ser de outra maneira, a salvação, a nova Aliança que traz Jesus, está aberta a todos os povos. Porque todos somos filhos do Pai e a todos se dirige seu amor. Não se apresentar a carteira de identidade ou o passaporte e reclamar um suposto direito a ter um posto na mesa do Reino. As palavras de Jesus, que para os judeus puderam ser quase ofensivas, para nós, para o resto da humanidade, são um anúncio de esperança e de vida. Assim o entenderam os apóstolos, pouco depois da morte de Jesus, quando, ante as pretensões de alguns que pensavam que para se fazer discípulos de Jesus os não judeus primeiro deviam se converter ao judaísmo e determinaram que para ser cristão não tinham que ser judeus, que a nova aliança em Jesus tinha abolido a anterior com suas leis e seus ritos.
Também não era nada novo. Já o tinham anunciado os profetas em muitas ocasiões. Assim podemos ver no texto de Isaías que se lê na primeira leitura. Todos nós estamos convocados.
Reino é para todos. Mas convém também que todos nos esforcemos e nos comprometamos. O Reino está aí, mais o temo que ir construindo dia a dia, criando família, dando esperança, compartilhando com os irmãos o que temos. Até, como diz a segunda leitura na carta aos Hebreus, nos deixando corrigir, fortalecendo nossos joelhos e caminhando juntos pela senda do Reino, a que nos leva a todos, sem exceção, sem excluir a ninguém, à mesa comum dos filhos em torno do Pai.
Fonte: Ciudad Redonda

Pe. Fernando Torres Pérez cmf



Os 72 discípulos são enviados - Maria Elian

30 de setembro de 2010 - quinta-feira

Evangelho (Lucas 10,1-12)

Anunciadores e promotores da paz...

Neste mês de Setembro, lembramos que no evangelho do dia 22, em (Lucas 90,1-6), Jesus convocou e enviou os doze em missão de curar as doenças, com autoridade sobre os demônios e curar os enfermos. Hoje, em uma demonstração de que a missão não é só para os doze apóstolos, e sim para todos que o seguem. Jesus envia setenta e dois, também como a missão anunciar a paz, que o reino estava próximo de todos, e orar, preparando o caminho para Jesus. Orar pedindo ao Pai para que mande mais trabalhadores (missionários), pois a messe é grande.

Eu e você, todos somos convocados para ser discípulos missionários, anunciadores do Reino de Deus, da paz, da presença do Reino, da justiça, da bondade, orando, levando a todos esperança e alegria, curando suas angustias, tristezas e doenças, para que todos façam parte do povo de Deus. Os bispos, em Aparecida disseram: "Conhecer a Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher."(DAp 18). Então, qual a sua resposta ao convite de Jesus? Todos sem exceção somos convocados para esta missão de fazer o bem e anunciar a paz ao mundo. Para aceitar o convite de Jesus, não é necessário ser santo. Lembremos que Jesus veio para os excluídos, os pecadores, os doentes, os marginalizados. Buscar a santidade é uma necessidade de cada um, principalmente quando se estar a serviço do Reino, anunciado e desejando a paz e o bem.

As orientações que Jesus dá a seus discípulos servem também para nós. Ter cuidado, pois a missão não é fácil, ser despojado para não chamar atenção, acreditar na providência divina, ter responsabilidade, discernimento e a consciência de que nem todos aceitaram, que a rejeição acontecera, e quem rejeita um discípulo rejeita a Jesus, rejeita a Deus. E a quem não aceitar? Mesmo com a rejeição, a eles também deve ser dito que o reino de Deus está próximo de vós. Não esqueça que um sorriso, um abraço, um pedido de perdão, perdoar faz milagres na vida das pessoas, em nossas vidas, é desse carinho, amor e misericórdia que o mundo precisa, que nós precisamos. Deus está em cada um de nós, em nosso coração, busquemos a Deus no intimo de nosso ser. Sejamos gratos por nossa vida, pelos dons que recebemos, servindo com gratuidade e alegria.

Um abraço

Elian

Oração
Pai, que a perspectiva de dificuldades a serem encontradas no apostolado não me faça recuar da missão de preparar o mundo para acolher teu Filho Jesus.

Entrar pela porta estreita - Pe. Fernando Torres

27 de Outubro

SÃO POUCOS OS QUE SE SALVA

(Lc 13,22-30)

Comentário: O Reino, presente e compromisso

Sem dúvida o mais importante do texto evangélico é o anúncio de Jesus de que a boa nova da salvação não se dirige de forma exclusiva aos filhos de Israel, mais está aberta a todos os povos da terra. Mas junto com este anúncio tão importante para todos nós há outro que não convém esquecer e que está no princípio do texto.

Devemos voltar a ler o texto e ver de onde surge o anúncio de Jesus de que a salvação é para todos os povos. Não o diz Jesus como um discurso programático nem como uma catequese. Esse anúncio faz parte da resposta de Jesus a um que lhe faz uma pergunta concreta, muito concreta: “Senhor, serão poucos os que se salvarão?” A resposta de Jesus caminha em duas direções. Por uma parte, deixa-lhe claro ao que lhe pergunta que há que se esforçar. Por outra, que ninguém está isento desse esforço.

Os judeus, portadores da promessa

Sem dúvida, o que fazia a pergunta era judeu. Como judeu, tinha consciência de que a promessa a tinha recebido o antigo o povo de Israel. Aos patriarcas Abraão, Isaac e Jacob, Deus tinha-se dirigido para prometer-lhes que sua descendência ia ser mais numerosa que a areia das praias marinhas. A promessa tinha-se ido concretizado na entrega da Terra Prometida, na monarquia de Davi. O salvador viria da família do rei Davi. E, ainda que tanto a monarquia como o povo tivesse sido infiéis à Aliança, a promessa se tinha mantido. Pelos profetas a Palavra de Deus tinha seguido chegando ao povo e os judeus tinham plena consciência de ser o povo eleito. Tinham – pensavam – um verdadeiro direito sobre os demais povos. Se os “outros” queriam aceder à salvação, teriam que passar primeiro pela conversão ao judaísmo, para cumprir a lei.

Porém em sua resposta Jesus deixa claro que ter o selo de “ser judeu” não é nenhuma garantia de que a salvação se vá presentear. Há que se esforçar por entrar pela porta estreita. O Reino de Deus é dos esforçados, dirá Jesus em outro texto evangélico. Não vale dizer que somos do mesmo povo, nem que temos comido e bebido com o Senhor. Traduzido a termos mais atuais: não vale dizer que temos ido à missa aos domingos e que temos recebido os sacramentos. O que vale é a entrega pessoal e o compromisso para construir o Reino, para criar fraternidade, para reunir os filhos e filhas de Deus em torno da mesa comum, abrir as mãos para criar fraternidade e renunciar ao ódio, a violência e todo o que cria divisão e ruptura entre as pessoas, as famílias e os povos.

A salvação não se consegue com um certificado de ter cumprido uma série de requisitos rituais (se chame sacramentos, cumprimento de normas...). A salvação é fruto do compromisso pessoal em colaborar na obra do Reino. A salvação é fruto da graça de Deus que trabalha em nós e nos converte em criaturas novas. A salvação é nos deixar transformar pelo amor de Deus. A salvação é nos deixar encher pelo amor de Deus, mais não se produz sem nosso consentimento e nossa colaboração. A salvação é dom que se acolhe ativamente, é compromisso que transforma nossa vida e dá frutos para a vida do mundo.

A salvação é para todos os povos

Por isso, porque não podia ser de outra maneira, a salvação, a nova Aliança que traz Jesus, está aberta a todos os povos. Porque todos somos filhos do Pai e a todos se dirige seu amor. Não se apresentar a carteira de identidade ou o passaporte e reclamar um suposto direito a ter um posto na mesa do Reino. As palavras de Jesus, que para os judeus puderam ser quase ofensivas, para nós, para o resto da humanidade, são um anúncio de esperança e de vida. Assim o entenderam os apóstolos, pouco depois da morte de Jesus, quando, ante as pretensões de alguns que pensavam que para se fazer discípulos de Jesus os não judeus primeiro deviam se converter ao judaísmo e determinaram que para ser cristão não tinham que ser judeus, que a nova aliança em Jesus tinha abolido a anterior com suas leis e seus ritos.

Também não era nada novo. Já o tinham anunciado os profetas em muitas ocasiões. Assim podemos ver no texto de Isaías que se lê na primeira leitura. Todos nós estamos convocados.

Reino é para todos. Mas convém também que todos nos esforcemos e nos comprometamos. O Reino está aí, mais o temo que ir construindo dia a dia, criando família, dando esperança, compartilhando com os irmãos o que temos. Até, como diz a segunda leitura na carta aos Hebreus, nos deixando corrigir, fortalecendo nossos joelhos e caminhando juntos pela senda do Reino, a que nos leva a todos, sem exceção, sem excluir a ninguém, à mesa comum dos filhos em torno do Pai.

Fonte: Ciudad Redonda

Pe. Fernando Torres Pérez cmf

Vamos fazer o Reino de Deus crescer - Sal

26 de outubro

Evangelho - Lc 13,18-21

A semente cresce, torna-se uma grande árvore.

“Muitas vezes falamos que o Reino de Deus é sobrenatural, mas queremos que ele se manifeste em coisas naturais grandiosas. Isto demonstra que na verdade vemos a sua grandiosidade, mas não percebemos a sua natureza, o que faz com que a grandiosidade seja vista a partir da materialidade, o que é um erro, e não a partir da grandiosidade que Deus faz a partir do pequeno, do grão de mostarda ou da levedura do fermento, ou seja, das pequenas coisas que surpreendem os que olham com o olhar da fé a realidade. Deus escolhe as coisas pequenas do mundo para revelar o Reino, e nos mostra a força do seu braço a partir das transformações que os pequenos realizam no dia a dia. CNBB”

Prezados irmãos. Precisamos trabalhar mais para que realmente o Reino de Deus se multiplique no mundo, porque, devido à nossa indolência e à nossa comodidade, o Reino do mal avança em alta velocidade. Não podemos deixar que os nossos jovens, futuro da Igreja e do mundo sejam dominados pela corrupção moral e dos costumes, e passem apenas a agir e reagir impulsionados pelas paixões. E é infelizmente o que notamos hoje nas nossas escolas. Professores acuados, com medo de enfrentar as classes repletas de jovens sem limites, e o pior sem nenhum temor de Deus. O mal está tomando conta do mundo, está tomando conta das mentes dos nossos jovens. Precisamos urgentemente fazer alguma coisa, nós que tememos a Deus, nós que seguimos ou procuramos seguir os ensinamentos de Jesus. Por que se ficarmos esperando que outros o façam, isso nunca irá acontecer. Por um cego nunca poderá outro cego, já disse Jesus.

Precisamos descobrir um meio urgente de atrair os nossos jovens para a vida da Igreja, um jeito novo e jovem de semear em suas mentes, a luz que vem de Deus através de Jesus, antes que seja tarde demais.

Nossos jovens precisam urgentemente de orientação sexual, moral e religiosa. Fiquei sabendo esta semana de um menino de 12 anos que já é sexualmente ativo. Que isse foi a sua irmã que também já está fazendo a mesma coisa, e está altamente preocupada, pois o seu irmãozinho não está usando preservativo.

Precisamos dar orientação sexual aos nossos jovens, e que essa orientação seja completa, e não apenas ensinar a vestir uma camisinha. Se a orientação sexual não mostrar as conseqüências de uma sexualidade sem nenhum limites, sem nenhuma conseqüência, apenas se limitando a ensinar como fazer sexo seguro, essa orientação além de ser incompleta, é perigosa, e faz agravar ainda mais a libertinagem dos nossos tempos, e destruindo o que há de mais sagrado na sociedade, a família.

Sal