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27 de out de 2009

Os dez leprosos.

11 de novembro 2009 – Os dez leprosos.

Lc 17,11-19

O leproso agradecido. Já foi descrita a situação dos leprosos no tempo de Jesus (cf. 5,12- 16). O grupo que vem ao seu encontro compõe-se de judeus (galileus) e samaritanos. A camaradagem desses inimigos geralmente figadais indica o deses­pero de sua situação, que os levou a depender uns dos outros. Como eram obrigados a evitar o contato com não-leprosos (Lv 13,45-46), mas dependiam da caridade deles para sua sobrevivência, os leprosos andavam habitualmente nas cercanias das cidades. Esse grupo elevou a voz para Jesus à distância apro­priada; tinham ouvido falar de sua compaixão e de seu poder de cura. Jesus simplesmente dá uma or­dem, como fez Elias ao leproso Naaman (2Rs 5,10- 12), que tamm poderia ser uma prova da fé e obediência deles. Eles devem ir mostrar-se aos a­cerdotes, que tinham a responsabilidade de julgar se um leproso tinha permissão de retomar à sociedade (Lv 14,2). Eles obedecem à ordem, indo relatar a cura enquanto ainda não estão curados.

um do grupo volta para expressar gratidão.

Atribui a cura a Deus, cantando abertamente seus louvores. A ingratidão dos outros é uma nota disso­nante, mas talvez o fato de um samaritano ser o único a voltar para agradecer fosse mais chocante na ocasião (vv. 16.18). As palavras finais de Jesus a ele são a mensagem que deu à mulher curada da hemorragia (8,48). A fé de todos os leprosos levou a sua cura fisica; talvez fosse mais que isso para os outros também, mas ao menos para o samaritano, a cura trouxe "salvação", por meio da integridade e um relacionamento apropriado com Deus.

17,20-37 A vinda do Reino de Deus. Quando Jesus enviou os 72 discípulos em missão para pregar, no início de sua viagem a Jerusalém, disse-lhes para proclamar a proximidade do Reino de Deus (10,11).

98 Antes ele enviara os Doze para anunciar seu Reinado

Jesus continuava viajando para Jerusalém e passou entre as regiões da Samaria e da Galiléia. Quando estava entrando num povoado, dez leprosos foram se encontrar com ele. Eles pararam de longe e gritaram:

Esta narrativa de cura dos dez leprosos é exclusiva do evangelista Lucas. Pode-se encontrar certa semelhança com uma passagem do Primeiro Testamento, envolvendo o sírio Naamã curado de sua lepra pelo profeta Eliseu. Fica em destaque o fato de que, dentre os dez curados, apenas um, que era samaritano, volta a Jesus glorifi cando a Deus, mostrando seu reconhecimento. Era um excluído pela religião ofi cial do judaísmo. Os textos de Lucas e João, em seus Evangelhos, destacam que Jesus teve melhor acolhida entre os samaritanos do que entre os judeus. Embora a cura seja o pretexto da narrativa, seu destaque maior é a gratidão, com fé, que leva à salvação. O significado essencial da salvação é o encontro e a comunhão com Deus. A gratidão é um dos sentimentos que mais nos aproximam das pessoas e de Deus. Ela nos move à oração e à comunicação dos bens recebidos a nossos irmãos, em ações de graça.

Patrão e empregado.

10 de novembro terça-feira

Lc 17,7-10

Nesta parábola Jesus enquadra o relacionamento entre um rico fazendeiro e um pobre empregado.

Na nossa sociedade existem muitos patrões e muitos empregados, cujos relacionamentos nem sempre são humanos ou justos. Quantas empregadas domésticas já não foram usadas como objetos de prazer pelos patrões e ou pelos seus filhos! Isso é um verdadeiro desrespeito pelos menos favorecidos e demonstração de abuso de poder econômico, e aproveitamento dos mais fracos.

Lembro-me de quando saiu os novos direitos das empregadas domésticas, estava eu em uma reunião na casa de um amigo da classe média forte, juntamente com outros irmãos do mesmo nível dele. Naquela reunião, deveríamos tratar dos preparativos paras a novena da Semana Santa, quando abismado percebi que a conversa se desviou para o assunto do momento, que era os novos direitos da empregada doméstica. Todos revoltados com os novos encargos a que a nova lei lhes exigiria para com a empregada. Fiquei escandalizado com aquela situação, com aquela falta de caridade e de respeito ao próximo. Dias depois fiquei sabendo que somente dois daquele grupo onde fui parar, eram daquela paróquia. Os demais, na verdade não pertenciam àquela comunidade.

Você é empregador? E é cristão? Então trate os seus empregados como seres humanos que têm deveres a cumprir, mas também têm direitos. Existe um ditado que é muito usado entre os empregadores. “Se a gente der os pés, eles querem as mãos”. Sabemos que a necessária distância precisa ser mantida entre você e seus empregados, para que futuros problemas no relacionamento sejam evitados. Mas você não precisa ser desumano(a) com eles. Basta somente um relacionamento respeitoso, no qual vocês se entendam com mútuo respeito, com justiça e sem exploração.

É fato sabido que os empregados se afeiçoam muito com os bons patrões, chegando a dar muito mais de si só pelo fato de serem tratados como gente. Também é conhecido o tipo de patrão que se faz de bonzinho só para explorar de forma disfarçada seus colaboradores assalariados. Não seja você um desses.

A mensagem de Jesus hoje está nos alertando para ser justo com nossos empregados. Não temos a obrigação de absorver os seus problemas pessoais, se não o quisermos. Não temos a obrigação de ser íntimos com eles. Mas devemos lhe pagar o seu justo e merecido salário e tratá-los com a distância necessária, e ao mesmo tempo com devido respeito e amor ao próximo.

Por outro lado, você que é empregado, seja honesto, não cause prejuízo ao seu patrão ou a sua firma, nunca roube absolutamente nada, não desvie o dinheiro que não lhe pertence. Não se esqueça que Deus que vê tudo irá lhe julgar.

Sal

Jesus e os vendedores do Templo.

09 de novembro - 2009 segunda-feira

Evangelho: João 2, 13-22

Jesus ficou irritado com a violação do Templo de seu Pai pelos comerciantes e ambulantes, que o transformaram em um centro comercial. A revolta do Mestre foi tão grande que chegou a ser violento, mas em defesa da preservação da casa de Deus.

Prezados irmãos. Não podemos transformar a Casa de Deus em um comércio. É preciso cuidar da manutenção material da Paróquia, do sustento dos seus ministros, mas tudo isso com o devido cuidado e respeito para que não aconteça como no Templo de Jerusalém no tempo de Cristo.

No Sacrário que fica dentro da igreja, habita o Cristo sacramentado nas espécies de pão e de vinho. Esse é o motivo principal do nosso respeito pelo templo.

O Templo de Jerusalém, a casa de oração que Davi queria construir, será a obra de seu filho Salomão. A oração da Dedicação do Templo se apóia na Promessa de Deus e em sua Aliança, na presença ativa de seu nome entre o povo e a lembrança dos grandes feitos do Êxodo.

A purificação material do Templo lembra­-nos o tipo de atos simbólicos representados pelos profetas; de fato, a maneira de Jesus tratar o Tem­plo, nessa ocasião, assemelha-se à de Jeremias. A ação, embora não seja um milagre, é um sinal duplo. O Templo, que logo seria destruí­do, precisava de purificação. E sua função seria substituída pelo corpo ressuscitado de Cristo.

Nosso corpo é templo do Espírito Santo. Por isso não o podemos violar, pelos pecados da carne, nem levar outras pessoas a pecar por intermédio do nosso corpo. Temos de ter o máximo respeito com ele, porque nele habita o Espírito de Deus.

O corpo do homem e da mulher participa da dignidade da "imagem de Deus": ele é corpo humano precisamente porque é animado pela alma espiritual, e é a pessoa humana inteira que está destinada a tornar-se, no Corpo de Cristo, o Templo do Espírito Santo. Unidade de corpo e de alma, o homem, por sua própria condição corporal, sintetiza em si os elementos do mundo material, que nele assim atinge sua plenitude e apresenta livremente ao Criador uma voz de louvor. Não é, portanto, lícito ao homem desprezar a vida corporal; ao contrario, deve estimar e honrar seu corpo, porque foi criado por Deus e destinado à ressurreição no último dia.

Cristo é o verdadeiro templo de Deus, "o lugar em que reside a sua glória"; pela graça de Deus, também os cristãos se tornam templos do Espírito Santo, pedras vivas com as quais é construída a Igreja.

Templo é presença de Deus entre os homens. Jesus venerou o Templo, subindo a ele nas festas judaicas de peregrinação, e amou com amor cioso esta morada de Deus entre os homens. O Templo prefigura seu próprio mistério. Se anuncia a destruição do Templo, é como manifestação de sua própria morte e da entrada em uma nova era da História da Salvação, na qual seu Corpo será o Templo definitivo.

Sal

25 de out de 2009

O SERMÃO DA MONTANHA

01 DE NOVEMBRO 2009- DOMINGO

PRIMEIRA LEITURA

A primeira leitura, um trecho do apocalipse vai dizer em outras palavras, que os que têm a mente desapegada das riquezas e livres para servir aos mais necessitados; aqueles que promovem a vida e a paz, comprometendo-se com a luta pela implantação da justiça empenhados até o martírio, são os verdadeiros exemplos de seguidores de Jesus que de sua vida por nós.

SEGUNDA LEITURA

João em sua primeira carta nos alegra e nos conforta dizendo que podemos ser chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato, filhos de Deus. E é por isso que às vezes o mundo não nos reconhece como boa parte dos humanos não reconheceu O Filho de Deus, Jesus. Na verdade, algumas pessoas não se sentem a vontade diante da nossa presença, por se sentirem despidas, diante de nós que as incomodamos por sermos seguidores de Jesus Cristo.

A mensagem de João, entretanto, encarnou-se em um ser humano, o Filho, Jesus Cristo que foi realmente ouvido, visto e tocado. Nele, a vida eterna tornou-se visível, para que ambos, ele e ela, pudessem ser partilhados conosco. É uma comunhão (koinônia) com o Pai e o Filho e o próprio ato de descrevê-la por escrito é, para João, fonte de alegria completa. E ele nos garante que , quando isto se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porquanto o veremos como ele é.

EVANGELHO

Mt 5,1-12a

O Sermão em que Jesus proclama as bem-aventuranças, é dividido em oito partes, sendo que as quatro primeiras dirigem-se aos que sofrem opressão e exploração do sistema social, esperando a intervenção libertadora de Deus. São os pobres que choram e esperam por justiça. As quatro últimas apontam para aqueles que se empenham em uma prática transformadora do mundo. São os misericordiosos que se solidarizam com os sofredores; os que são desapegados das riquezas e bondosos para com os mais necessitados; os que promovem a vida e a paz, comprometendo-se com a luta pela implantação da justiça característica do seguimento de Jesus.

Nas quatro primeiras bem-aventuranças Jesus fala para aqueles que sofrem por algum tipo de deficiência, física(aleijados), mental(pouca inteligência), ou social (injustiça).

Assim, os pobres de espírito são aqueles que sabem que não são do mesmo nível social e mental que aqueles com os quais convivem, e apesar disso não se revoltam, estão conformados consigo mesmos, sofrem com paciência e apego com Deus. Esses um dia terão o céu garantido pelo próprio Jesus Cristo. Mas porque essas pessoas existem se Deus é amor, poderoso e bom? Elas existem para que possamos praticar a caridade. Sem elas como poderíamos ser caridosos partilhando um pouco do que temos através da esmola?

Os que choram humildemente por algum tipo de sofrimento terreno tem os seus pecados perdoados e serão consolados na Vida Eterna.

Os humildes, aqueles que não se revoltam contra o Pai, aqueles que aceitam sem reclamar a sua posição em relação aos poderosos e até servem os ricos, limpando sua sujeira, preparando sua comida, cuidando dos seus bens, e que nem sempre recebem o que merecem em forma de pagamento. Jesus prometeu que Deus vai lhes recompensar por tanto prejuízo.

E os que são caluniados e injustiçados pelo fato de servirem a Deus e ao Reino, não se preocupem. Pelo contrário, fique feliz, porque na Vida Eterna, tudo será diferente. Tudo vai ser recompensado como Jesus prometeu. Tudo será transformado em alegrias infindas.

Os outros quatro tipos de pessoas são aqueles que se compadecem dos pobres, e dos deficientes de vários tipos. São aqueles que se compadecem de fato e não só de palavras. São misericordiosos e tratam os excluídos com justiça, bondade e às vezes com firmeza. Pois nem sempre é bom dar comida na boca de quem pede. Nem sempre é bom dar o peixe, mais sim o anzol para ele ir pescar. Isso no caso dos preguiçosos, se bem que a preguiça também é um tipo de deficiência nata. Porém, quando a pessoa estiver mesmo caída, não tem jeito. Assim, se tivermos misericórdia dessas pessoas, Deus também vai ter misericórdia de nós, segundo a explicação de Jesus no Sermão da montanha.

Aqueles de corações puros, que não tramam nenhum mal para os outros, que não desejam o mal do próximo, que não cobiçam a mulher do próximo, que não levantam falso testemunho, que não falsificam documento para lesar o parente com relação à herança, que não pensam mal das pessoas, etc, esses verão a Deus. Que maravilha!

E aqueles que evitam brigas, que separam os que estão brigando, que se esforçam para que haja paz, na família e na comunidade, na sociedade, e no mundo, serão tratados como filhos de Deus.

E os catequistas, padres, freiras, ministros e todos aqueles que levam a mensagem de Cristo às pessoas, e por isso são caluniados, injustiçados, e perseguidos, não liguem para tudo isso! Não se preocupem! Pelo contrário, fiquem alegres, porque grande será a nossa recompensa no Céu! E é bom repetir aqui o que Jesus disse em outra ocasião, para aqueles que derem esmola. “Quem dá 1,0 na Terra, receberá 100 no Céu” Este, com certeza, é o melhor investimento, o melhor tesouro que podemos acumular.

Sal