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21 de abr. de 2012

A primeira manifestação de que estamos tocando Jesus é o sentimento de paz que invade o nosso coração. - Maria Regina



Os discípulos de Emaús não perderam tempo e foram dar aos outros a notícia do seu encontro com Jesus. Na mesma hora, como que para confirmar as suas palavras, Jesus apareceu-lhes e disse: "A paz esteja convosco!" Jesus mostrava-se a eles, marcado, cicatrizado, porém vivo e ressuscitado. Embora, alegres e surpresos, eles ainda tinham dúvidas no coração, mas Jesus os convidou a que tocassem nele e pediu-lhes algo para comer.
Por meio das palavras e dos gestos de Jesus os discípulos começaram a entender o porquê de todos os acontecimentos. Assim, Jesus abriu-lhes a inteligência para compreenderem as Escrituras dando-lhes a paz e o entendimento de tudo quanto lhes dissera antes. Do mesmo modo acontece conosco: para que possamos compreender Jesus nós precisamos nos aproximar Dele, tocá-Lo e alimentarmo-nos com Ele.
Quando temos uma experiência com Jesus e chegamos a tocar no Seu mistério de Amor por meio da Sua Palavra nós também alimentamos a nossa alma e temos a inteligência iluminada para compreendermos a obra que Ele quer realizar em nós. Na verdade, a primeira manifestação de que estamos tocando Jesus é o sentimento de paz que invade o nosso coração. Jesus vem também nos dizer que o sofrimento, a dificuldade, a aflição, são os acontecimentos próprios da nossa vida que nos trarão mais tarde a paz, o entendimento, a alegria da superação quando nos apoiamos e temos como exemplo a Sua Ressurreição.
A paz é fruto da justiça. Jesus é o Justo por excelência por isso Ele é o doador da Paz. Porém, a paz que Ele nos trouxe, Ele a conquistou, justamente, na Cruz. O Seu sofrimento e a Sua entrega foram por Amor, por Paixão. Reflita – Você agora entende melhor os acontecimentos que Jesus viveu? – E os acontecimentos da sua vida, você compreende-os? – Você sente essa paz que Jesus veio nos dar? – Ela acontece em você apesar das suas dificuldades? – Você tem mostrado isso na sua vida?
amém
abraço carinhoso
Maria Regina
 

“Por que procurar Jesus” - Claudinei M. Oliveira


“Por que procurar Jesus” -  Claudinei M. Oliveira

Segunda – feira, 23 de Abril de 2012.
Evangelho: Jo  6,22-29

            No Evangelho de hoje Jesus interpela as pessoas que O procuram: como chegastes aqui do outro lado do mar? Perguntaram a Jesus. Jesus respondeu:estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos.
            Ao procurar o Deus vivo na igreja devemos ter a certeza de que estamos bebendo do seu ensinamento. Palavras e ações de Jesus transformaram realidades de opressão do povo que era submisso ao poder dos judeus, e seu ensinamento procurava dar soluções cabíveis para uma vida de paz e de justiça. Para tanto, devemos procurar este Jesus forte e poderoso que não mediu esforços para salvar a humanidade do pecado. Devemos sim, ir à igreja, sentir a presença do Criador a partir do homem que se fez homem na intenção de mostrar horizonte sereno. Quando abraçamos a causa dos oprimidos sem direito e sem voz maturamos a fé no filho do Homem, ou seja, caminhamos na estrada para a felicidade abastecido do pão e da palavra.
            O exemplo de Jesus de andar sobre as águas do mar não foi para impressionar o povo, mas para aproximar o homem descrente  naquele que está a sua frente com poder revelado por Deus com intuito de aumentar a fé. Jesus não fez milagre algum ao andar sobre as águas, mas fez o necessário para deixar o  legado da fé preso no peito do homem que acredita e teme a sua verdade. Pois Ele é o verdadeiro Filho do Homem e ninguém poderá negar!
            Abastecer da palavra e do pão na Eucaristia simboliza o comprometimento com o homem de Nazaré. Na simplicidade e no acolhimento foi humilde ao ponto de não fugir das tentações,  porém, não deixou que os desejos alheios oriundo do diabo perfizessem seu modo de pensar. Jesus, filho de Deus, estava constituído para viver às tentações. Entretanto, seus discípulos, ás vezes, fraquejavam diante das ameaças. As tentações queriam destruir o caminho da comunidade de Jesus. Mas, os discípulos, mesmo cansados e temerosos, asseguravam na força da palavra  e do pão do irmão Jesus. Por isso, venceram as tentações.
            Na verdade os discípulos seguiam Jesus por um objetivo simplesalimentar do amor de Jesus para com as pessoas que necessitam e levar a dignidade no seio de cada irmão. Assim, eles não tinham intenções de ficar famosos e vangloriar por estar perto do filho de Deus. Eles vislumbravam a vida eterna constituída a partir das ações aqui na terra.
            Contudo, seguir Jesus é fazer o que Jesus fez com muita coragem. Jesus desfez dos privilégios e não aceitou suborno de nenhuma autoridade. Ele foi fiel  e coeso com os princípios da verdade revelada por Deus. Nós devemos agir da mesma forma que Jesus agiu. Não ficarmos atrás de falas e teorias lindas, mas morta porque não tem ação relevante para os irmãos. Aí, pergunto: será que  temos a coragem e o discernimento para realizar os projetos rascunhados e concretizados por Jesus? Será que alimentamos da mesma palavra e da mesma fé que Jesus alimentou? Será que despojamos para a vida do irmão?.
            Portanto, somente eu e você no  íntimo de nosso ser a partir do que faço e atuo posso responder com sinceridade. Pelo menos, para Deus, não podemos mentir. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, para sempre seja louvado. Amém.
            Claudinei M. Oliveira.

Esforçai-vos não pelo alimento que se perde - Padre Queiróz


Dia 23 de abril - segunda
Jo 6,22-29


Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna.
Este Evangelho é a introdução ao discurso sobre o pão da vida, que Jesus fez. Preparando o povo para acreditar que ele tinha realmente poder de dar a sua carne como comida e o seu sangue como bebida, Jesus faz o milagre da multiplicação dos pães e depois caminha sobre as águas.
E Jesus reclama do pouco interesse do povo pela Boa Nova, e do demasiado interesse pelo pão material: “Estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna”.
Como sempre acontece com toda multidão, o povo alimentado por Jesus até à saciedade, com cinco pães e dois peixes, queria um deus de uso e consumo, um deus que sirva os nossos interesses e necessidades, um deus comercial que oferece e distribui os seus dons ao capricho do pedido. Este é o deus de muitas religiões criadas por pessoas humanas, que querem encerrar Deus nos limites dos ritos e das leis culturais, procurando servir-se da divindade em vez de a servi-la e adorá-la.
Por isso o povo mereceu essa advertência de Jesus: “Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna”.
E o povo pergunta: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus? Jesus responde: A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”. Os mestres da Lei apresentavam uma série de obras que agradavam a Deus. Jesus resume: agrada a Deus quem acredita nele, o enviado de Deus. Claro, uma fé levada à prática, acompanhada do seguimento de Jesus e da prática do seu Evangelho. A fé não basta para se salvar; mas também não basta o bom comportamento, é preciso a fé do jeito que Jesus ensinou. As boas obras são decorrências da fé. Este é o “alimento que permanece até a vida eterna”.
Quando foi tentado no deserto, Jesus falou: “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”. E em outro lugar ele disse também: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça, e tudo o mais vos será dado por acréscimo”.
Comparando a nossa vida com uma canoa, ela tem dois lemes: de um lado a fé e do outro as obras. Que não nos esqueçamos de nenhum desses dois lemes, para que a nossa canoa possa ir para frente e nos levar à vida eterna.
O “alimento que permanece até a vida eterna” é sintetizado por Jesus na Eucaristia. “Quem come a minha carne tem a vida eterna”.
De fato, o encontro com Jesus transforma a pessoa. Basta ver Maria Madalena, os discípulos de Emaús, a samaritana, Zaqueu... Na Eucaristia nós nos encontramos com o mesmo Jesus, com a mesma força que ele tinha naquele tempo.
A transformação que a Eucaristia exerce em nós é lenta, mas eficaz; é como o fermento na massa. Ela é bem simbolizada naquele pão e água que o profeta Elias comeu no deserto, e depois teve forças para viajar quarenta dias e quarenta noites (IRs 19,4-8). O profeta estava sendo perseguido por seus inimigos, fugiu para o deserto e lá ficou vários dias sem comer nem beber. Aí ele rezou e Deus o fez dormir. Quando ele acordou, havia ao seu lado um pão e uma jarra de água. Comeu e bebeu e assim teve forças para continuar a sua caminhada. Elias representa a nós cristãos que estamos atravessando o deserto da vida. Como disse Jesus: “Quem come deste pão, jamais terá fome”.
Certa vez, um homem foi internado em um hospital para ser operado das amígdalas. Ele estava triste, preocupado, nervoso e deprimido, devido ao medo da cirurgia.
Ao chegar ao quarto, com a sua mala, viu na cama ao lado outro homem internado. Este percebeu logo o nervosismo do colega e começou a animá-lo dizendo palavras bonitas de alegria e de esperança.
A certa altura, o recém chegado perguntou a ele: “E você, por que está aqui?” Ele respondeu: “Amanhã serei operado do coração”.
A Eucaristia é um alimento mais forte do que nós que, ao contrário dos outros alimentos, nos transforma nele. Quem comunga sempre é capaz de enfrentar os maiores problemas, sofrimentos e perigos com tranqüilidade, como fez Jesus. As nossas tristezas e alegrias são bastante subjetivas; mais do que dos fatos em si, esses sentimentos decorrem da maneira como vemos os fatos.
Maria foi a pessoa humana que mais amou a Jesus. Que ela nos ensine a amá-lo hoje, presente na Eucaristia.
Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna.
Padre Queiroz


“Eu Sou a videira verdadeira” Rita Leite

Quarta-Feira 09 DE Maio

Evangelho João 15, 1-8
 “Eu Sou a videira verdadeira e meu pai é o agricultor todo ramo que em mim não dá fruto, ele o corta”.
 Com estas palavras Jesus nos convida a permanecer nele para que possamos produzir frutos para a vida eterna. Frutos de amor que agradam a Deus Pai.
Se não dermos frutos seremos cortados do numero dos eleitos de Deus. Deus nos dá certos dons, mas esses dons devem produzir e ajudar a igreja na missão de evangelizar e promover a vida. Se não ficarmos unidos a Jesus nada poderemos fazer. Morreremos aos poucos como morre todo galho que é arrancado da árvore. Perderemos nossos dons, Deus os tirará de nós e dará a outro que possa produzir mais que nós.
Somos chamados a produzir frutos na realidade que nos encontramos, no estado de vida que Deus nos concedeu. Mas para que isso aconteça é necessário estar unidos a Jesus se nutrir da seiva que é a palavra de Deus. È a palavra que nos dará a força para continuar a missão de discípulos e missionários.
Jesus nos diz que aquele que produz frutos Deus o poda para que dê mais frutos ainda. Como doem essas podas, mas são necessárias. No momento que acontecem não compreendemos, só depois é que entendemos que eram necessárias para que produzíssemos mais e melhores frutos. Quem nunca sofreu uma poda? Algum fato que nos deixou tristes e desanimados e que só depois, vimos ali à mão de Deus a nos guiar. Deus se utilizou de tal fato para que pudéssemos ficar mais fortes, mais firmes na fé. E foi justamente aí nessas podas que testemunhamos nosso amor a Deus.
 Permaneçamos unidos a videira que é Jesus e deixemos que o pai faça as podas necessárias para que possamos produzir os frutos do espírito que são: Amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si. (Gálatas 5, 22).
Irmãos um dia o senhor virá a nós procurar os frutos que ele deseja. Estamos aproveitando o dom que temos para ajudar nossos irmãos a conhecer, amar e seguir Jesus? Ou estamos sendo ramos secos que não servem para nada? Lembremos sempre sem Jesus é impossível produzir bons frutos. Unidos a Jesus vamos construindo uma vida nova pautada no amor na solidariedade, na paz e justiça.
Em Cristo.
Rita Leite

Eu vi o Senhor




26 de Maio -  Sábado
Evangelho João 21,20-25

   " Autenticidade dos escritos joaninos e aceitação da comunidade"– Diac. José da Cruz
Qualquer leitor do Novo Testamento percebe que o evangelho de João é totalmente diferente dos sinóticos. Considerando-se que os evangelhos são frutos de uma experiência de vida das comunidades, conclui-se que a Comunidade Joanina era atípica e as desconfianças eram muitas, falava-se em Gnosticismo, por causa do modo de João escrever sobre Jesus, usando uma alta Cristologia que realçava sua Divindade. O fato é que  esse capítulo 21, que foi acrescentado ao evangelho quando João já tinha morrido, atesta a autenticidade do evangelho, e aceita no seio da Igreja essa comunidade Joanina, que tinha captado na essência o que era o verdadeiro cristianismo.
A pergunta de Pedro a Jesus, "Senhor, e este, o que será dele?" demonstrava a desconfiança que a Igreja Tradicional de Jerusalém tinha em relação a essa comunidade. Era como se perguntasse, "Podemos confiar nessa comunidade de João? O que será que vai acontecer com ela?".
A resposta de Jesus a Pedro  "Que te importa se eu quero que ele fique até que eu venha?", pode ser vista como uma alusão a autenticidade da comunidade, que faz parte da Igreja e com ela permanecerá até a sua volta. Mas não é só isso, o próprio texto traz uma razão muito simples para confirmar a autenticidade do escrito Joanino: o autor era íntimo de Jesus, e na última ceia estava com a cabeça recostada em seu peito (sinal de intimidade), portanto quem viveu essa experiência tão íntima com Jesus amando-o e sentindo-se amado, pode escrever com autoridade sobre Jesus, da mesma forma que Jesus fala do Pai, porque com Ele está intimamente unido pelo Amor. E uma afirmação Joanina poderia concluir essa reflexão "Deus é amor....só quem ama pode dizer que conhece a Deus...."
Muito mais do que simplesmente comprovar a autenticidade do escrito joanino, esse evangelho ensina que a única forma de conhecermos a Deus e vivermos em comunhão com ele, para podermos falar dele com conhecimento de causa, é Vivermos no Amor., exatamente como o evangelista João.....

ABORTO PARA CRIAR UMA SOCIEDADE PERFEITA - José salviano



Eliminação para o bem social.

Uma seleção artificial das pessoas
Naquele país distante foi aprovada a lei do aborto livre. Pouco tempo depois já se viam as conseqüências: Primeiro, as meninas começaram a brincar de engravidar, e depois tiravam o filho(a) com a maior naturalidade. E isso ocasionou uma grande desordem moral e social.
Os fetos defeituosos, eram todos abortados. E assim, no país da novidade da seleção artificial das pessoas, o direito de abortar teve uma grande ampliação, ou seja, aquele povo estava alucinado pelaidéia de perfeição, chegando ao ponto de eliminar crianças até mesmo depois de nascidas.
O ideal de criar uma sociedade perfeita de causar inveja ao mundo todo, subiu a cabeça daquele povo. A idéia de seleção social atinge então conseqüências assustadoras. A coisa estava funcionando assim. Os jovens, depois de certa idade, passavam por uma bateria de testes, e se não fossem inteligentes o suficiente com Q.I. acima de 140, ambiciosos, trabalhadores, bonitos talentosos, etc, ou se tivesse alguma tendência criminosa, eram eliminados.
Agora o nome não era mais aborto, mas sim, Eliminação para o bem social. Assim, desse modo, o objetivo era a perfeição. Visavam criar dentro de 20 anos, umasociedade perfeita, o que seria imitado pelo mundo inteiro. Todo ser humano que apresentasse qualquer tipo de defeito, seria eliminado. As fronteiras daquele país estavam sobre controle, para que não entrasse nenhum imigrante.
CONSEQUÊNCIAS – Trinta anos depois, aquela sociedade perfeita, aquela sociedade de pessoas selecionadas, começou a enfrentar sérios problemas. Como todas as pessoas eram inteligentes, ricas e importantes, nenhuma delas se submetia a humilhação de lavar as privadas, de recolher o lixo, assim como lavar louça, fezes, roupas, fazer comida, etc. Ninguém queria fazer os serviços humildes, e aquela sonhada sociedade perfeita estava à beira do caos total. Porque gente fina é outra coisa.
A sujeira e o mau cheiro tomou conta da sociedade perfeita. Por causa disso, aquela sociedade da elite, teve de abrir as fronteiras para a entrada de mão-de-obra estrangeira. Era grande a leva de pessoas, principalmente de jovens que entrava naquele país distante, para fazer o serviço sujo, que os selecionados não faziam. Era grande o controle sobre os imigrantes. Eles não podiam praticar suas religiões, não podiam se misturar com os perfeitos, nem mesmo dirigir-lhes a palavra. Toda a comunicação com eles era feita através de aparelhos de comunicação especiais.
Isso causou uma grande indignação nos imigrantes, os quais já representavam um número expressivo dentro da sociedade perfeita. Eles então começaram a bagunçar de propósito, e não tinha como controlar a sua revolta, pois a polícia era composta de imigrantes e por descendentes de imigrantes. Portanto, eles eram todos, farinha do mesmo saco. Eram todos da mesma origem: eram pobres, não eram selecionados, não eram importantes não pertenciam àquela sociedade.
Anos depois, a elite passou a ser reduzida, muitos emigraram para outros países ricos, enquanto os misturados imigrantesaumentavam cada vez mais.
CONSEQUÊNCIA 2 : 60 anos depois da grande virada para aperfeição social, aquele país distante estava pior do que antes. Estava mesmo em situação pior do que os países vizinhos. Porque a desordem e a anarquia tomou conta daquela sociedade. Os elitistas chegaram a conclusão de que OS RICOS PRECISAM MUITO MAIS DOS POBRES DO OS POBRES PRECISAM DOS RICOS. Eles descobriram que todas as pessoas são importantes, o rico precisa do pobre para lavar a sua sujeira, sua roupa, sua casa, para fazer a sua comida, cuidar dos seus barcos, carros, casas, jardins, dos seus idosos, etc. Descobriram que a causa número um da riqueza, é a existência da pobreza. Pois é o trabalho e o próprio dinheiro do pobre que geram a fortuna do rico. Por isso, os ricos deveriam Ser muito gentis com os pobres, como o são os políticos, (mas isso somente acontece na campanha eleitoral).
Descobriram ainda que o sonho de uma sociedade perfeita, onde todos são bonitos, inteligentes, saudáveis, é uma grande ilusão. Pois Deus sabe o que faz. A existência de pessoas desiguais, é exatamente para que um complete o outro. Pois é na diversidade que atingimos a unidade.
Muito embora nós reclamamos de algumas das obras de Deus, reclamamos de algumas de suas criações, é bom saber que tudo que Deus criou, é importante. Para cada fechadura existe uma chave. O problema todo está no mau uso que fazemos das coisas criadas por Deus.
Nós reclamamos, por exemplo da existência de mendigos nas calçadas. Pessoas importantes reclamam do mau aspecto causado por eles, outros reclamam do mau cheiro, e tem gente que até botam fogo neles ou mesmo os matam para que não manchem a beleza da cidade.
Porém, o que essas pessoas tão importantes não sabem, é que aqueles zumbis, como são chamados, os mendigos, são de suma importância para a nossa salvação eterna. Se não houvesse nenhum mendigo, como poderíamos praticar a caridade? E se não praticarmos a caridade como poderemos merecer a vida eterna?
Conclusão. Depois de tanta vira-volta, aquele país distante hoje está em paz. O ABORTO PARA UM SELEÇÃO SOCIAL foi abolido, e todos convivem normalmente, sendo fraternos à medida do possível, pois estão conscientes de que todos somos importantes, mesmos os que não são importantes.
Sal.

20 de abr. de 2012

Para Deus nada é impossível - Rosa Camila


Rosa Camila.


O IMPOSSÍVEL ELE PODE REALIZAR
O evangelho de hoje narra à história de Jesus andando sobre as águas. Ao ler o evangelho fiquei imaginando a reação daqueles discípulos ao ver Jesus na escuridão e com o mar agitado andando sobre as águas em direção a barca. É de assustar, não acham??? Na verdade, para mim, seria aterrorizante ver uma pessoa andando em minha direção no mar. E, realmente, foi isso que aconteceu, os discípulos ficaram com medo. Contudo Jesus disse: "Sou eu. Não tenhais medo".
Nessa parte do evangelho de hoje não está presente a parte que conta a parábola de Pedro que foi ao encontro de Jesus nas águas, mas certamente você já deve ter escutado algum padre ou pregador falar dessa história onde Jesus chama Pedro para ir ao seu encontro andando sobre as águas no mar e ele aceita o desafio, porém no meio do caminho o vento sopra, o mar fica mais revolto e naquele instante ele sente medo e desvia o olhar de Jesus dizendo ao Senhor que estava com medo. E o que aconteceu com ele? Começou a afundar até que Jesus disse: "Não tenhais medo". E Pedro confiante nas palavras de Jesus volta a fixar o seu olhar no Senhor e pára de afundar no mar.
Então, qual o sentido de tudo isso para nós? Qual a aplicabilidade desse evangelho para a nossa vida prática? Acredito que seja nos mostrar que enquanto estamos confiantes e com o nosso olhar voltado e fixado em Jesus, nada irá nos fazer cair, mesmo que em torno de nós esteja existindo uma tempestade de problemas, preocupações, dor, sofrimento, solidão, angústia e quedas. Se você permanece acreditando que Deus é mais que tudo isso e que Ele não te abandona, está sempre ao seu lado, certamente aquela situação difícil da sua vida será tocada pelo impossível do Senhor. Mas, para isso é preciso ter fé!!!
Muitos de nós cantamos a canção do Pe. Cleidimar da Canção Nova que diz: O impossível Ele pode realizar... Mas poucos de nós verdadeiramente cremos que Jesus pode e opera milagres nas nossas vidas. E porque isso acontece? Porque sempre estamos esperando por milagres extraordinários como esse que fez Pedro andar sobre as águas e não percebemos os milhares de pequenos milagres que Jesus já operou na nossa vida e que foram extrema importância para o nosso plano de salvação e para a nossa VIDA NOVA em Cristo.
Os grandes milagres estão nas pequenas graças que recebemos e na simplicidade de ser Deus, pois enquanto eu esperava que Jesus operasse na minha vida o milagre da cura do câncer da minha mãe, não conseguia enxergar que Ele já havia operado o maior milagre de todos que foi o de converter o meu coração e salvar a minha alma.
Será que você também não está conseguindo perceber o impossível que Jesus já realizou e anda perdendo a sua fé porque aquilo que você pensava ser o grande milagre da sua vida ainda não aconteceu?
O IMPOSSÍVEL ELE JÁ REALIZOU!!!
Deus abençoe vocês!!!!!    

Creia!Jesus Cristo está vigilante e sempre por perto vencendo as nossas dificuldades empunhando na mão a vitória que conquistou para nós. MARIA REGINA




 
                                 Meditando neste Evangelho nós podemos fazer um paralelo com a nossa vida, quando também o mar está agitado porque as coisas e os acontecimentos estão fora dos padrões normais por isso, no sentimos na escuridão sem enxergar uma saída para os nossos problemas. Anoitecia e os discípulos desceram ao mar, sozinhos; estava escuro e durante a travessia soprava um vento forte, por isso o mar estava agitado; os discípulos já tinham remado bastante; e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles! Nós também já remamos muito, já tentamos tudo, no entanto, não sentimos paz, a escuridão nos ronda e, algumas vezes entramos em desespero.
Precisamos, porém avaliar se isto acontece porque estamos indo para o "mar", sozinhos, isto é, assumindo compromissos, em hora imprópria, por nossa conta sem o direcionamento do Espírito Santo. Muitas vezes nós entramos na "barca", e enfrentamos os trabalhos e tomamos as decisões sem esperar por Jesus. Não estamos orando, não refletimos a Sua Palavra e queremos resolver tudo sozinhos ! Assim sendo, remamos por conta própria e a tempestade é consequência das nossas deliberações equivocadas e as coisas não dão certo porque estamos confiando em nós mesmos .
                                Na maioria das vezes não nos importamos muito em saber a opinião de Deus, se é hora para ir ou para ficar e escolhemos caminhar sozinhos . Nós nos antecipamos e traçamos os nossos planos, os nossos projetos sem esperar pelas sugestões do Espírito Santo que conhece melhor o caminho pelo qual vamos cruzar e então o inesperado acontece. Durante o percurso que escolhemos o mar encontra-se agitado e a tempestade nos surpreende, o vento nos tira do sério e ficamos aflitos e angustiados . O que fazer? Já está escuro e o temor nos assalta! Mas precisamos ter confiança!
                                   Jesus Cristo está vigilante e sempre por perto, nos acerando e oferecendo ajuda, pois sabe o que está se passando conosco! Ele chega "andando sobre as águas", vencendo as nossas dificuldades empunhando na mão a vitória que conquistou para nós. Precisamos acreditar na Sua intervenção e não confundi-Lo com as pessoas comuns, distinguir a Sua voz e acolhe-Lo com alegria e sem temor. Ele hoje também nos fala: "Sou eu "Não tenhais medo!" Se, na hora das nossas tribulações, procurássemos enxergar a Jesus e ouvir a Sua voz não padeceríamos tantas aflições.
                                   O encontro com Jesus requer compromisso com Ele do nosso testemunho para o mundo de fé e de confiança. Mesmo na tempestade, mesmo que o mar se agite podemos estar certos de que não estamos longe da praia e que Jesus recolhe a nossa barca e a coloca em lugar seguro. – Alguma vez você já viveu essa situação? – Você reconhece a voz de Jesus no meio do mundo? – Você também tem enfrentado as dificuldades sozinho? – Você leva sempre Jesus na sua barca ou algumas vezes O tem esquecido na praia?
AMÉM
ABRAÇO CARINHOSO
MARIA REGINA