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2 de nov. de 2009

O cego de Jericó.

16 de novembro-2009 – segunda

Evangelho: Lucas 18, 35-43

O cego em Jericó. A aproximação de Jericó assinala a última etapa da viagem de Jesus a Jerusalém. Aqui, como no incidente das crianças, os discípulos tentam impedir uma pessoa "insignifi­cante" de perturbar o Mestre. O evangelista continua em outro nível a apresentar a vida da Igreja como uma viagem com Jesus no caminho do Senhor. A observação de que "os que iam na frente" são os que repreendem o mendigo é advertência sutil aos chefes religiosos que menosprezam as necessida­des dos indefesos . Mas Jesus veio para esses humildes que expressam sua necessidade de salvação. Este capítulo é uma galeria deles: a viúva, o coletor de impostos, as crianças e agora o mendi­go cego.

Em Marcos, o mendigo é identificado como Bar­timeu. Cego como é, exclama com discer­nimento inspirado, chamando Jesus pelo título messiâ­nico de "filho de David". Quando interrogado, ele vai mais longe e identifica Jesus como "Senhor". Em resposta a essa fé, recebe a mensagem de libertação que agora já é frase estereotipada: "A tua fé te salvou!". Tanto o mendigo como as teste­munhas entendem o significado definitivo desse ato de poder e glorificam a Deus.

Nossa cegueira é muito grande. Fechamos nossos olhos diante de muitas coisas erradas que acontecem: Dentro de nós, na nossa família, na nossa vizinhança, no ambiente de trabalho, na escola e na sociedade. Com o receio de que alguém diga que estamos falando mal do próximo, nos calamos diante de muita coisa errada que as pessoas fazem em nossa volta e que muito nos prejudica.

É preciso diferenciar as palavras denunciar de fofocar. Falar mal do próximo é uma coisa. Denunciar o mal que o próximo faz, é outra coisa parecida, mas diferente. Os profetas anunciavam e denunciavam. Por isso eram mal vistos por aqueles cujas maldades que faziam eram apontadas pelos profetas. O próprio Jesus Cristo denunciou os defeitos principalmente dos fariseus e muitas vezes os chamou de hipócritas na cara deles.

Tem gente que ainda não entendeu porque Jesus foi morto. Se Ele era bom, como pode tê-lo matado? Se Ele era poderoso porque não destruiu os cravos que lhe pregaram na cruz?

Temos medo de denunciar. Temos medo das conseqüências e das retaliações. Por isso fingimos não ver o que os nossos jovens estão fazendo, fingimos não ver até o caminho que nos nossos filhos estão se embrenhando, por que a psicologia moderna diz que eles podem ficar traumatizados se agirmos com muita pressão em cima deles.

Errado! Jovem precisa de energia por parte dos pais e superiores. Porque mesmo com toda aquela arrogância, com aquele nariz empinado de quem sabe tudo, de quem pode tudo, os jovens no fundo são muito inseguros, por que não tem uma coisa que nós os maduros temos, que é a experiência. E os jovens precisam de controle, sim. Eles mesmos sentem quando os próprios pais não exercem esta energia controladora com eles. Eles sentem quando a direção da escola não os controla como deveria.

Se a diretora ou a professora quiser dar uma de boazinha e fechar os olhos para com os abusos e indisciplina dos jovens, se não colocar limite no seu comportamento, a escola com certeza se transformará num inferno.

Assim, também a sociedade. Se ninguém denunciar as coisas erradas que acontecem em nossa volta, o mal tende a crescer e se avolumar transformando em um monstro que vai nos devorar como já está acontecendo em certos lugares deste nosso Planeta .

O Cristão não deve falara mal do próximo, mas tem de denunciar sim, porque a nossa missão é construir um mundo melhor. E só conseguiremos isso através da denúncia das coisas erradas que o nosso próximo faz. Devemos atacar o erro e não a pessoa que o comete. Isso é outra coisa que também sempre confundimos, mas temos de separá-las.

Há um ditado que diz que “na casa da avó, tudo pode”. Infelizmente tenho de denunciar aqui um grande problema familiar que está neste momento corroendo as estruturas mestras das nossas famílias. Os avós não fazem por mal. Mas ao serem muitos liberais com os netinhos estão tirando a autoridade dos pais, e prejudicando a educação das crianças as quais quando crescerem, vão querer fazer tudo que lhes vêm na cabeça, e isso é mau uso da liberdade. Isso acarreta uma série de complicações familiares, sociais, morais e econômicas.

Sal

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