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30 de nov de 2011

A casa construída sobre a rocha é a vida do homem que caminha à luz da Palavra de Deus – Maria Regina.



A casa construída sobre a rocha é a vida do homem que caminha à luz da Palavra de Deus – Maria Regina.

                                             A casa é a nossa vida. A Rocha é a Palavra de Jesus Cristo. A areia é a ilusão dos ensinamentos do mundo. A casa construída sobre a rocha é a vida do homem que caminha à luz da Palavra de Deus. Se não permanecermos firmes na vivência da Palavra de Jesus, se não concretizarmos com as nossas ações o que proferimos com os nossos lábios estaremos construindo a nossa história sobre falsos fundamentos e na hora da tempestade a nossa vida ruirá e nós experimentaremos o fracasso.

                                      Não precisamos imaginar muito, mas até uma simples enfermidade ou um baque financeiro podem nos tirar do sério quando não temos a nossa vida firmada em Deus e nas Suas promessas. Deus é a Rocha, Deus é o Amor e aquele que se ajusta à Sua vontade, terá uma vida firme, confiante e as tempestades, os terremotos, os ventos não o abalarão. As dificuldades da nossa vida são momentos preciosos para percebermos se estamos firmes sobre a R0CHA.

                                     Não nos bastará apenas dizer Senhor, Senhor, mas sim, confiar plenamente no Seu Amor e na Sua real proteção. Reflitamos – Em que alicerce você está construindo a sua vida? – Quem lhe tem ensinado a viver? – A sua vida já tem sido provada pelas chuvas e ventos fortes? – Você sente firmeza nos seus pés nas horas das dificuldades?- Você acha que a sua vida está firmada sobre a Rocha ou você é um "homem sem juízo"?

Amém

Abraço carinhoso

 

Maria Regina

“Jesus enviou os discípulos para curar os males” – Claudinei M. Oliveira

 

Sábado, 03 de Dezembro

Evangelho -  Mt   9, 35 – 10.1.6-8

 

           

            Jesus chamou seus discípulos e deu-lhe poder para expulsar os espíritos maus e curar qualquer tipo de doença e enfermidade. A missão já estava completando o ciclo individual da pessoa do mestre. Muitos já seguiam seu preceito e alguns já faziam parte da comunidade da libertação. Agora, o momento de trabalho urgia no seio da sociedade injusta, havia doença a ser eliminada e muitos enfermos precisavam ser cuidados. Amigos não devem ser somente amigos, como os apóstolos eram amigos, Jesus os envia para o trabalho: fazer o povo de Israel enxergar o caminho da beleza e do amor.

 

            Ao  pregar nas sinagogas Jesus percebeu que o povo estava sofrendo. Quase não sobrava para ter vida feliz e digna. Estava cada vez mais a mercê da sorte. Os homens poderosos consumiam a vitalidade do corpo dos infelizes a fim de robustezar sistematicamente. Não tinham tempo e nem vontade de partilhar com os esfomeados a gordura acumulada do excedente dos lucros. Aprisionava para si a maior parte dos bens a custa de pilhagem concedida ao seu mando. Cabia ao povo contentar-se com o resto com intuito de manter o esqueleto vivo.

 

            Com piedade e dor no coração Jesus curava, incentivava, motivava e mostrava um reino de justiça ser construído. A angústia era tamanha que o alento estava nas palavras do mestre. Ao ouvir as palavras de consolo o homem empobrecido desejava ardentemente apossar-se da magnitude confortável, isto é, deixar-se levar pelas verdades que anuncia a nova páscoa, ou ultrapassar as barreiras que aprisionam e dilaceram a essência do ser humano. O único que gratuitamente pregava para todos era Jesus.

 

            Os dozes discípulos tinham funções bem claras de jesus: curem os doentes, ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos, expulsem os demônios. E Jesus adverte: vocês receberam de graça, dêem também de graça! Não existe preço para o bem das pessoas. Os males devem ser exauridos do seio o do povo de Deus para não deixá-los enfraquecidos. Os doentes são aqueles que arraigam para si o poder centralizador na totalidade e os mortos são os sofredores que labutam dia e noite para contentarem-se os dominadores.  Já os doze discípulos são as doze tribos de Israel que formavam o povo de Deus que precisavam encontrar caminhos retos que levassem a salvação.

 

            Contudo os demônios são os males que permeiam a infelicidade do povo, são as estruturas piramidais que sufocam a base com pesados impostos e idéias alienantes, são os egoístas de plantão que não repartem os fabulosos lucros financeiros e, portanto, os demônios são aqueles que desprezam Deus em troca de prazeres momentâneos. Foram estes demônios que os discípulos tinham a missão de levá-los para bem longe do povo de Deus.

 

            Enfim, somos também convocados pela Sagrada Escritura a sermos discípulos corajosos e destemidos com poderes de expulsar os males que atormentam o povo. Os demônios estão por todos os lados, seja nas mídias, nas igrejas, nas grandes empresas multinacionais e nacionais. Eles usam todos os métodos para abstrair do povo a maior parte dos seus bens. São escrupulosos nas ações e amedronta qualquer individuo a sua frente. Entretanto, com a fé e com o compromisso de aliviar a dor do povo nada poderá impedir de fazer a vontade de Jesus: vida e liberdade para todos.

Amém!

Aumente sua fé no Cristo que enviou para expulsar os demônios. Claudinei M. Oliveira.

 

“Jesus curou os cegos” – Claudinei M. Oliveira



              O evangelista Mateus relata para sua comunidade a importância de Jesus na vida das pessoas que querem mudanças. Para relatar a cura dos cegos, Mateus descreveu para sua comunidade os feitios de libertação de muitos enfermos de Jesus como: ressuscitou a filha do chefe de família, curou a mulher da hemorragia que atormentava há doze anos e pregou para multidão que se encantava com seu projeto de vida. Para tanto, segundo Mateus, isto só aconteceu porque os enfermos e os seguidores tinham FÉ. Ou seja,  acreditavam na força da palavra daquele homem solitário, anunciando um Reino diferente dos homens terrenos. Tanto que até alguns opositores  pediram socorro. Às vezes para testá-lo, outras para receberem a recompensa e livrarem de certos males.
             Não tinha como curvar-se diante de alguém que esbanjava sabedoria. Além de ler os pensamentos dos seguidores, advertia e fazia milagres para consolidar a veracidade. Jesus se fez homem para que todos entendessem a grandeza e o cumprimento do Pai ao povo de Israel. Claro que não pecou, porque vai contra o princípio da Criação. Mas levou uma série de sinais de que não poderia continuar numa sociedade injusta, cega, paralítica e conservadora. A reflexão levada ao coração do homem "perdido" centralizava no olhar vibrante e perspicaz. A meta era fazer valer novas atitudes que abraçaria mudanças de ação. Não tinha como viver apanhando para conquistar os céus. Isto era lenda para trapacear os pequenos. Olha que  sacerdotes e  doutores das leis conseguiam com facilidade, pois diziam ter o poder ao alcance divino!

            Todavia, os cegos que correram para libertar-se da cegueira tinham fé e acreditavam. Jesus perguntou: vocês acreditam que eu possa fazer isto? A resposta foi rápida:  "Sim, Senhor".Contudo, não foi somente o espírito emanado de Jesus que os curou, mas a fé dos enfermos. O acreditar na vida diferente, na vida do desprendimento, na vida de alteridade que a visão ficou aguçada. O mundo descortinou para os homens que buscavam livrar-se do impedimento de reconhecer o verdadeiro Reino.  Agora a realidade tem cores e tons. Em harmonia com o sujeito que sonha em explorar os mistérios oculto aos seus olhos.

            Hoje a cegueira impede o cristão a encontrar a dignidade da vida. São alienados pelo sistema  vigente que impera ideologia de superação através da luta diária. Entretanto, o sujeito trabalha, entrega-se na disciplina do sistema, priva-se da vida familiar, deixando os filhos a mercê da sorte, em troca de ilusões criadas no imaginário do homem pelos veículos de comunicação. Quantas vezes nega-se um pedido de um filho ou da esposa a fim de aumentar o capital para completar valores para adquirir quinquilharias. Neste caso apresenta-se para a sociedade como consumista e contemporâneo por fora, enquanto o seu interior fervilha de tensão para dar conta dos carnês, cartões de credito ou cheque pré-datado.

            Pura cegueira. É preciso enxergar-se com olhos libertos. Ver a realidade como é realmente. Os cegos correram atrás de Jesus e conseguiram. Contrariou Jesus ao "espalhar a boa noticia". Olha que Jesus disse: vão e não falem para ninguém o que aconteceu! Cabe a nós fazermos a mesma coisa: amar a novidade de Jesus, isto quer dizer, descobrir as mazelas que impedem o crescimento dos irmãos e denunciá-las para não deixar ninguém ser enganado ou maltratado por pura ignorância do desconhecimento. Ao alinhar-se com a proposta de Jesus o Reino começa a tomar formato desejado: lugar agradável que acolher todos por prazer. Quem assim seja, amém!
Aumente sua fé no Cristo que cura as cegueiras. Claudinei M. Oliveira.


29 de nov de 2011

Construa sua casa sobre a rocha - Claudinei


"A prática da justiça" – Claudinei M. Oliveira

 

Quinta – feira, 01 de Dezembro

Evangelho -  Mt   7, 21.24-27

 

            Entre a teoria e prática existe uma lacuna quase intransponível. De um lado as belas reflexões dos ensinamentos de Jesus, do outro a falta da ação. No evangelho de hoje  Mateus fala diretamente para sua comunidade que além de rezar, agradecer e pedir; é necessário partir para a ação afim de concretizar aquilo que teorizou. Não basta dizer "Senhor, Senhor"; mas agir com justiça para consolidar o Reino de Deus na vida.

 

            As parábolas exemplificam bem a prática da justiça. O homem que construiu sua casa sobre a rocha firme enfrentou avarias de várias maneiras e permaneceu no lugar; enquanto que aquele que construiu a casa sobre areia não suportou a tempestade. Perdeu tudo. Isto ocorreu por descuido do construtor que não verificou a base para sustentar a casa. Todavia, muita oração sem fé não leva ao encontro com Deus porque não acredita na proposta digna do Filho do Homem. Não tem base sólida capaz de segurar os turbilhões de água  voraz sobre a cabeça. Despenca com facilidade.

 

            Falar do Reino de Deus que liberta e ama todos com dedicação é simples porque o homem tem facilidade de criar no imaginário mundo acolhedor. Enquanto pensa numa vida além da realidade junto ao Criador, presenciando o mistério  vivificador das almas, o momento presente torna-se ausente. Não se tem cumplicidade com a realidade. Ou seja, está vivendo por necessidade de um período no aguardo  da chamada para vida eterna. Entretanto,  o Reino deve ser construído aqui na terra enquanto labuta-se para conquistar a confiança de Deus.

 

            Basta olhar pela janela para observar o quanto a  ação é fundamental. São muitas as pessoas necessitando de ajuda em todos os sentidos: seja de consolo, carinho, comida ou frio. A ação que Jesus fala no Evangelho é ir ao encontro destes filhos de Deus que tanto precisa da ajuda. Enquanto reza-se em quatro paredes milhares de pessoas necessitam de mão amiga e solidária. Pessoas morrem nas ruas por não ter um teto para descansar, marginalizam-se nas avenidas por falta de oportunidade no sistema imperante do capital que exclui, assola e destrói por capricho de alguns, padecem nas sarjetas dos presídios por  burlar a lei criada para atender uma classe social arrogante. Não tem como ficar de joelho rezando enquanto irmãos gritam por socorro.

 

            Caso vai ao encontro destes irmãos abandonados, faz a escolha certa, edificou o plano de fé numa rocha firme, tem base sólida e acredita na missão de levar vida para todos. Contudo, caso permaneceu no comodismo e nada fez para mudar a situação dos irmãos necessitados, de certa forma, acovardou-se diante da gratuidade de Deus, edificou no vazio e no caos o plano de fé. A tempestade levará para o fundo do mar por não observar corretamente o princípio do amor e dedicação com o ser humano.

 

            Portanto, a prática da justiça requer entrega, dedicação e superação. A tentação não permitirá que a justiça se concretize, lutará com unhas e dentes para esmorecer o lutador. Porém, com o desejo de reconhece a verdadeira missão de Jesus enfrentará o encardido e vencerá, pois acreditou que a força do Espírito  é forte e assegura a vontade da transformação. Que este Deus lutador motive cada cristão em ser um construtor voraz do Reino da justiça e anime ainda mais na disseminação de sua proposta de libertação. Amém.

Renove sua fé no Cristo Ressuscitado. Claudinei M. Oliveira.

 

Jesus multiplica os pães - Claudinei


"A prática da justiça" – Claudinei M. Oliveira

Quinta – feira, 01 de Dezembro

Evangelho = Mt  7, 21.24-27

 

            Entre a teoria e prática existe uma lacuna quase intransponível. De um lado as belas reflexões dos ensinamentos de Jesus, do outro a falta da ação. No evangelho de hoje  Mateus fala diretamente para sua comunidade que além de rezar, agradecer e pedir; é necessário partir para a ação afim de concretizar aquilo que teorizou. Não basta dizer "Senhor, Senhor"; mas agir com justiça para consolidar o Reino de Deus na vida. 

            As parábolas exemplificam bem a prática da justiça. O homem que construiu sua casa sobre a rocha firme enfrentou avarias de várias maneiras e permaneceu no lugar; enquanto que aquele que construiu a casa sobre areia não suportou a tempestade. Perdeu tudo. Isto ocorreu por descuido do construtor que não verificou a base para sustentar a casa. Todavia, muita oração sem fé não leva ao encontro com Deus porque não acredita na proposta digna do Filho do Homem. Não tem base sólida capaz de segurar os turbilhões de água  voraz sobre a cabeça. Despenca com facilidade.

            Falar do Reino de Deus que liberta e ama todos com dedicação é simples porque o homem tem facilidade de criar no imaginário mundo acolhedor. Enquanto pensa numa vida além da realidade junto ao Criador, presenciando o mistério  vivificador das almas, o momento presente torna-se ausente. Não se tem cumplicidade com a realidade. Ou seja, está vivendo por necessidade de um período no aguardo  da chamada para vida eterna. Entretanto,  o Reino deve ser construído aqui na terra enquanto labuta-se para conquistar a confiança de Deus.

            Basta olhar pela janela para observar o quanto a  ação é fundamental. São muitas as pessoas necessitando de ajuda em todos os sentidos: seja de consolo, carinho, comida ou frio. A ação que Jesus fala no Evangelho é ir ao encontro destes filhos de Deus que tanto precisa da ajuda. Enquanto reza-se em quatro paredes milhares de pessoas necessitam de mão amiga e solidária. Pessoas morrem nas ruas por não ter um teto para descansar, marginalizam-se nas avenidas por falta de oportunidade no sistema imperante do capital que exclui, assola e destrói por capricho de alguns, padecem nas sarjetas dos presídios por  burlar a lei criada para atender uma classe social arrogante. Não tem como ficar de joelho rezando enquanto irmãos gritam por socorro.

            Caso vai ao encontro destes irmãos abandonados, faz a escolha certa, edificou o plano de fé numa rocha firme, tem base sólida e acredita na missão de levar vida para todos. Contudo, caso permaneceu no comodismo e nada fez para mudar a situação dos irmãos necessitados, de certa forma, acovardou-se diante da gratuidade de Deus, edificou no vazio e no caos o plano de fé. A tempestade levará para o fundo do mar por não observar corretamente o princípio do amor e dedicação com o ser humano.

            Portanto, a prática da justiça requer entrega, dedicação e superação. A tentação não permitirá que a justiça se concretize, lutará com unhas e dentes para esmorecer o lutador. Porém, com o desejo de reconhece a verdadeira missão de Jesus enfrentará o encardido e vencerá, pois acreditou que a força do Espírito  é forte e assegura a vontade da transformação. Que este Deus lutador motive cada cristão em ser um construtor voraz do Reino da justiça e anime ainda mais na disseminação de sua proposta de libertação. Amém.

Renove sua fé no Cristo Ressuscitado. Claudinei M. Oliveira.

 

 

Jesus acalma uma tempestade - Sal




 E os discípulos se sentiram abandonados por Jesus, e gritaram: Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?   Realmente, às vezes nos sentimos assim como os discípulos. Abandonados por Deus. Quando rezamos, pedimos, e lamentamos, e nada acontece. Ou melhor, parece não acontecer. De repente, sem menos a gente esperar, e do jeito que menos imaginávamos, a solução aparece assim do nada. É Deus agindo do seu jeito e não do modo que pedimos, ou que esperávamos.  É por isso que é bom acrescentarmos no final de nossas orações: ...enfim, Senhor, que seja feita à vossa vontade.  Porque a vontade e o jeito de Deus operar, não bate, ou não combina com o nosso modo de agir.   
            Parábola: Um pai tinha uma filha semi deficiente mental. Ela tinha dificuldades de fazer quase tudo. Esquecia, não entendia, memória e inteligência fracas. Ele, o pai, gastou uma fortuna com aquela filha. Os melhores médicos, a melhor escola, a melhor faculdade, os melhores presente... E... nada. Porque o dinheiro não compra tudo. Do que adianta a riqueza? Dizia a sua esposa, desesperada. Ela queria mandar a filha para estudar no exterior, mais o pai dizia: E quem vai cuidar dela?  Aquela garota foi criada no seio da Igreja, e de uma hora para outra por causa de tanto fracasso vivenciado,  se revoltou, não rezava mais e se recusou a ir à missa.  Grande o sofrimento  daqueles pais! Eles rezavam e pediam a Deus a conversão da filha, a felicidade da filha, preocupados com o seu futuro. Preocupados como ela iria sobreviver sozinha, quando eles morressem.  É, sozinha. Pois quem iria se apaixonar e casar com ela?  O pai era quem mais rezava. Rezava, pedia a Deus a conversão da filha, para que ela voltasse a ir à missa, a rezar, para que Deus melhorasse o seu desempenho mental...  E Deus parecia surdo. Nada acontecia, além de muitas lágrimas da filha e dos pais. Era a nota baixa, era um colega de classe que fazia pouco dela, era uma menina que lhe colocava um apelido...
            Eis que um dia, ela chega em casa com um namorado. Esse namorado estava simplesmente apaixonado por ela. Aceitou-a do jeito que ela era. Com toda a paciência desse mundo, ele a ensinava a pegar na caneta, no mouse, a fazer conta, troco, etc. Os pais não acreditavam no que estavam vendo. Mais o pai estava entendendo. Era a resposta de Deus para as suas orações. Mais lá no fundo, muito desconfiado. A esmola muito grande assusta o mendigo...
            Aquele jovem, o anjo de Deus, tinha também um certo problema, uma certa deficiência, e por isso entendia as deficiências daquela garota a qual ele  admirou e se apaixonou tanto. Por isso, os dois se completaram, não só por serem do sexo oposto, mais por que tinham personalidades diferentes, porém uma coisa quase em comum os unia. Ambos tinham problemas. Por isso, entendiam-se, aceitavam-se, e se completavam.
            A resposta e a solução de Deus pode vir  como uma ventania, ou como uma brisa, porém do lado de onde a gente nunca imaginava que viria. Por que Deus é imprevisível. Porque Ele permite às vezes uma tempestade em nossa vida, para ver se realmente temos aquela fé que demonstramos ter em nossas orações, em nossas atuações comunitárias. E assim, de bocas abertas, reagimos como os discípulos: Quem é esse que até o vento e o mar obedece?    
            Tenha fé! Deus existe e nunca irá desistir de você, Agora Ele está bem aí do seu lado. Acredite! Suas orações serão atendidas, porém, do jeito dele. Muitas vezes Ele não atende o seu pedido porque aquilo que você está pedindo serviria  para a sua perdição, ou condenação. Exemplo, você pediu para ganhar na loteria, e Deus não lhe atendeu.         
            Acredite!  E você será salvo(a)!
Sal.

O Espírito Santo falará por vocês - Sal


Não sereis vós que havereis de falar,
mas sim o Espírito do vosso Pai.

Jesus adverte os discípulos para que tomassem cuidado: "Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas."  E isso aconteceu com Estêvão, como é mostrado na primeira leitura. Este gigante da Igreja que morreu bravamente defendendo a palavra de Deus dita por Jesus Cristo. Será que teríamos tamanha coragem?
          Jesus garante sua proteção aos discípulos, quando eles forem entreguem, quando forem levados aos tribunais, para não ficarem  preocupados como falar ou o que dizer para se defenderem. Porque naquele momento o Espírito de Deus falará por eles. Jesus continua advertindo os seus seguidores, a respeito do que poderá a vir, pelo fato deles serem defensores da justiça, da verdade anunciada pelo Filho de Deus: "O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão." 
Prezados irmãos. Ao bem da verdade, nem sempre isso acontece. Mas como o sabemos, na nossa própria família, na nossa vizinhança, podemos ser odiados por todos, e discriminados por defender a verdade, e combater a injustiça, as coisas erradas, os abusos causados pelo egoísmo dos nossos irmãos que não seguem os caminhos ensinados por Jesus. Podem nos chamar de "o encrenqueiro", "o que gosta de confusão", e ou  "o chato",  etc.  Em nossa própria família podemos ser criticados duramente por frequentar constantemente a missa, por dar prioridade às coisas de Deus, por procurar a perfeição, etc. Ele é o dono da verdade, é o perfeito, e até pode acontecer de um filho seguir outra religião só para contrariar o pai.
"Vós sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo".  Esta é a nossa esperança: Primeiro, de saber que o Espírito Santo Paráclito,o  defensor, nosso advogado é que nos defenderá, é ele que falará através da nossa boca;  e também a certeza de que se preservarmos firmes na fé até o fim, seremos salvos. Nunca seremos dignos disso. Nunca mereceremos a salvação, porém, Deus é paciente conosco, com os nossos vícios, com os nossos pecados. Ele espera pacientemente a nossa conversão. Ele nos disponibiliza e proporciona tudo o que o que necessitamos para a nossa salvação. Mais para isso é importante o nosso esforço. Precisamos fazer a nossa parte.
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Sal.


Seguem-me, e eu farei de vocês, pescadores do homens - Maria Regina

Jesus veio chamar justamente àqueles que se comprometem e que têm que renunciar a alguma coisa –Maria Regina

 

                                                     Enquanto caminhava aqui na terra Jesus chamou os que Ele quis. Chamou-os não porque fossem homens desocupados e não tivessem nada para fazer, muito pelo contrário cada um deles tinha uma profissão, tinha uma história. Quando Jesus viu os dois irmãos, notou que eles estavam ocupados na sua lida diária e, assim mesmo os escolheu e "eles imediatamente deixaram as redes, a barca e o pai e O seguiram!". Assim mesmo Jesus faz com cada um de nós que encontra graça diante dele. Ele nos chama não porque sejamos homens e mulheres desimpedidos de tarefas, de planos e ocupações.

                                            O nosso trabalho, a nossa profissão, a rotina da nossa vida não são impedimento para que sigamos a Jesus e vivamos os Seus ensinamentos. Deixar imediatamente, as redes, a barca e o pai, significam a nossa total anuência ao chamado de Jesus com a consciência de que Jesus nos chama com a autoridade de quem sabe o que é melhor para cada um de nós, e por isso, Ele tem a primazia nas nossas escolhas. Jesus nos chama a sermos "pescadores de homens" por meio do nosso testemunho de fidelidade a Deus e aos irmãos. O Seu chamado é irrevogável e intransferível, por isso, ninguém poderá assumir o nosso lugar.

                                          É necessário, porém, que estejamos livres de qualquer empecilho, desapegados de tudo quanto nos prende, mesmo que seja o trabalho, a profissão, a família, os bens. Às vezes nos desculpamos porque somos muito ocupados , mas Jesus veio chamar justamente àqueles que se comprometem e que têm que renunciar a alguma coisa. Ele deseja que o nosso coração esteja livre de tudo e de todos para que possamos segui-Lo, vivendo a Lei do amor. Reflitamos – Você já se sente chamado por Jesus? – Você acha que Ele já o  viu e o notou? – Qual tem sido a sua reação ao chamado de Jesus no serviço do reino? – Será que você tem dado desculpas esfarrapadas? – Aproveite o tempo de agora, não perca as oportunidades!

Amém

Abraço carinhoso

Maria Regina

Hoje é o dia de Santo André -Alexandre Soledade

 

 

Bom dia!

Celebramos hoje o dia de Santo André, o primeiro discípulo. Filho de Jonas e Irmão de Pedro, aquele que ouviu de seu mestre João Batista a frase que muito conhecemos "Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" e ao escutar isso, de imediato inflama-se no seu peito o amor, pôs-se então a seguir Jesus.

André foi também o primeiro "recrutador" de seguidores de Jesus; apresentou seu irmão Pedro a Jesus e ali, nesse primeiro encontro, já mencionava a Pedro, que Jesus era o messias que estava por vir; foi ele também que disse ao senhor que um pequeno rapaz tinha cinco pães e dois peixes, pouco antes da multiplicação.

André foi o primeiro, mas nunca se teve noticia ou relato que se importava de ser o "segundo" a frente dos discípulos. Bem antes de Simão se tornar Pedro, nele já habitava a vontade e o ardor missionário de seguir os desígnios de Deus. Ele deixa claro o despojar das vaidades até mesmo no seu martírio, quando antes de receber a pena capital, deu aos seus algozes tudo que possuía. Ele não fez questão de nada; sentia no peito o imenso e contagiante orgulho de ter combatido até o final.

Sabe irmãos, não importa para Deus se somos operários da primeira ou da ultima hora; primeiros ou segundos (…) talvez não importe o que fizemos, mas o que DEIXOU de ser feito; não importa por onde andei, como vivo, como encaro a minha própria realidade, mas a QUANTIDADE DE PASSOS que dou de VONTADE PRÓPRIA para o lado certo. Não importa o quanto falo, mas o quanto OUÇO; não importa o quanto me ostento, mas o quanto SILENCIO e talvez nessa nossa primeira segunda-feira do advento, o perdão que precisamos pedir é o do nosso ímpeto, do nosso orgulho, das nossas vaidades, razões, (…). Precisamos voltar para Deus.

"(…) após a morte nada mais há, o louvor terminou. Glorifica a Deus enquanto viveres; glorifica-o enquanto tiveres vida e saúde; louva a Deus e glorifica-o em suas misericórdias. Quão grande é a misericórdia do Senhor, e o perdão que concede àqueles que para ele se voltam" (Eclesiástico 17, 27-28)

Poucos notam que nesse Evangelho de Mateus diz que Jesus encontrou os dois discípulos (Pedro e André) e os convidou a ser pescador de homens, mas é importante ler também o Evangelho de João pois é lá que encontraremos os fatos que citamos no inicio da reflexão.

"(…) André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido João e que o tinham seguido. Foi ele então logo à procura de seu irmão e disse-lhe: Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo). Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer pedra). (João 1, 40-42)

Por que essa preocupação? Por se tratar de um texto tão rico precisamos ler e minuciar os textos bíblicos para não cometer equívocos de interpretação. Quantas vezes no dia-a-dia nos falta este zelo em minuciar as nossas palavras e ações ao dar uma opinião, uma sugestão, ou ao tecer um comentário? Quantas vezes olhei somente por minha ótica, meus interesses, minhas dores, a um determinado problema e acabei, por orgulho, ferindo alguém?

O que tenho que melhorar após esse perdão de Deus?

O que ainda é falho em mim?

Que aspectos ainda precisam ser completados?

Temos máscaras para o mundo, mas não para aquele que nos conhece.

Uma coisa é comum nos dois evangelhos: "IMEDIATAMENTE se puseram a seguir Jesus"

Um imenso abraço fraterno.

 

 

Construa sua casa sobre a rocha - Claudinei

"A prática da justiça" – Claudinei M. Oliveira

 

Quinta – feira, 01 de Dezembro

Evangelho -  Mt   7, 21.24-27

 

            Entre a teoria e prática existe uma lacuna quase intransponível. De um lado as belas reflexões dos ensinamentos de Jesus, do outro a falta da ação. No evangelho de hoje  Mateus fala diretamente para sua comunidade que além de rezar, agradecer e pedir; é necessário partir para a ação afim de concretizar aquilo que teorizou. Não basta dizer "Senhor, Senhor"; mas agir com justiça para consolidar o Reino de Deus na vida.

 

            As parábolas exemplificam bem a prática da justiça. O homem que construiu sua casa sobre a rocha firme enfrentou avarias de várias maneiras e permaneceu no lugar; enquanto que aquele que construiu a casa sobre areia não suportou a tempestade. Perdeu tudo. Isto ocorreu por descuido do construtor que não verificou a base para sustentar a casa. Todavia, muita oração sem fé não leva ao encontro com Deus porque não acredita na proposta digna do Filho do Homem. Não tem base sólida capaz de segurar os turbilhões de água  voraz sobre a cabeça. Despenca com facilidade.

 

            Falar do Reino de Deus que liberta e ama todos com dedicação é simples porque o homem tem facilidade de criar no imaginário mundo acolhedor. Enquanto pensa numa vida além da realidade junto ao Criador, presenciando o mistério  vivificador das almas, o momento presente torna-se ausente. Não se tem cumplicidade com a realidade. Ou seja, está vivendo por necessidade de um período no aguardo  da chamada para vida eterna. Entretanto,  o Reino deve ser construído aqui na terra enquanto labuta-se para conquistar a confiança de Deus.

 

            Basta olhar pela janela para observar o quanto a  ação é fundamental. São muitas as pessoas necessitando de ajuda em todos os sentidos: seja de consolo, carinho, comida ou frio. A ação que Jesus fala no Evangelho é ir ao encontro destes filhos de Deus que tanto precisa da ajuda. Enquanto reza-se em quatro paredes milhares de pessoas necessitam de mão amiga e solidária. Pessoas morrem nas ruas por não ter um teto para descansar, marginalizam-se nas avenidas por falta de oportunidade no sistema imperante do capital que exclui, assola e destrói por capricho de alguns, padecem nas sarjetas dos presídios por  burlar a lei criada para atender uma classe social arrogante. Não tem como ficar de joelho rezando enquanto irmãos gritam por socorro.

 

            Caso vai ao encontro destes irmãos abandonados, faz a escolha certa, edificou o plano de fé numa rocha firme, tem base sólida e acredita na missão de levar vida para todos. Contudo, caso permaneceu no comodismo e nada fez para mudar a situação dos irmãos necessitados, de certa forma, acovardou-se diante da gratuidade de Deus, edificou no vazio e no caos o plano de fé. A tempestade levará para o fundo do mar por não observar corretamente o princípio do amor e dedicação com o ser humano.

 

            Portanto, a prática da justiça requer entrega, dedicação e superação. A tentação não permitirá que a justiça se concretize, lutará com unhas e dentes para esmorecer o lutador. Porém, com o desejo de reconhece a verdadeira missão de Jesus enfrentará o encardido e vencerá, pois acreditou que a força do Espírito  é forte e assegura a vontade da transformação. Que este Deus lutador motive cada cristão em ser um construtor voraz do Reino da justiça e anime ainda mais na disseminação de sua proposta de libertação. Amém.

Renove sua fé no Cristo Ressuscitado. Claudinei M. Oliveira.

 

“NEM TODO AQUELE QUE ME DIZ SENHOR, SENHOR”... Olívia Coutinho


 

Dia 01 de Dezembro

 

Evangelho Mt 7,21.24-27

 

 

  "Nem todo aquele que me diz "Senhor, Senhor" entrará no reino dos céus, mas o que põe em pratica a vontade de meu Pai que está no céu".

A palavra de Deus é alimento no nosso cotidiano! Devemos buscar sempre nos orientar por ela, colocá-la em prática e nunca guardá-la só para nós!

Ouvir os ensinamentos de Jesus, não corresponde apenas na nossa audição física, sem entrar no nosso coração, tudo que foi dito cairá no vazio, pois não nos levará a uma verdadeira adesão ao projeto de Deus. 

Para que a palavra de Deus frutifique no mundo através de nós, precisamos primeiramente  degustá-la, deixá-la fecundar o nosso coração, criar raízes e uma vez transformados por esta palavra, que ganhou vida em nós, tornaremos, apesar da nossa pequinês, num sinal de Deus no mundo, a realizar prodígios pelos caminhos que trilharmos!

A presença de Deus no meio de nós se faz, na pessoa de Jesus! Ele quer agir no mundo através de nós!

O nosso Deus é um Deus presente!

De que adianta erguer as mãos, para louvar um Deus distante, lá nas alturas, se não assumimos um compromisso com Ele aqui na terra, na pessoa do irmão!

"Amar" um Deus distante, é isentar-se do compromisso, é  não querer ouvir os seus apelos, por tanto, por mais belas que sejam as palavras que a Ele for proferidas, jamais chegarão aos seus ouvidos, pois são palavras vazias, que facilmente serão levadas pelo vento!

Precisamos nos comprometer com Jesus, nos colocar a serviço dos irmãos, prioritariamente dos esquecidos por uma sociedade excludente.

Não podemos ficar da janela como meros espectadores, vendo as coisas acontecerem sem fazer nada!  Precisamos deixar a janela, sair pela porta, dar passos, ir mais além, esvaziar de nós mesmos, para ir ao encontro outro!

 Ser cristão é fácil, basta ser batizado, difícil mesmo é ser discípulo, neste mundo desigual!

O seguimento a Jesus  é exigente, requer comprometimento, renuncia, doação de vida...

Mas é seguindo Jesus, pautando  a nossa vida no Seu exemplo de  obediência ao Pai, que estaremos de fato, construindo uma casa segura!

É a partir da nossa confiança num Deus que é Pai e que se revelou plenamente no Seu filho Jesus, que firmaremos os nossos passos, alicerçados nos valores, hoje tão esquecidos: amor, solidariedade, fraternidade, sobre os quais assentaremos a nossa vida e nenhuma tempestade destruirá o que foi construído, sob o olhar atento do construtor maior: Jesus! 

Construir uma casa segura é dar continuidade aos passos de Jesus!