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7 de dez. de 2009

És tu mesmo O Messias?

16 de Dezembro – Quarta

(Lucas 7,19-23)

João Batista queria ter certeza de que era realmente Jesus, O Messias de que o povo estava falando. João estava no cárcere, e como esperava o Messias, eis por que sentiu a necessidade de mandar seus discípulos para interrogarem a Jesus sobre sua identidade.
A resposta de Jesus não podia ter sido outra. Foi o mesmo que dizer: Vejam os meus prodígios! Vejam o que estou fazendo, se eu não fosse o Messias estaria fazendo tantos milagres?

Toda a ação de Jesus era baseada nas profecias messiânicas a sua demonstração de poder comprovava sua identidade. Porém, alguns ficavam em dúvida. Será que é Ele mesmo?

Jesus foi O Verbo se fez carne para tornar-nos participantes da natureza divina: Pois esta é a razão pela qual o Verbo se fez homem, e o Filho de Deus, Filho do homem: é para que o homem, entrando em comunhão com o Verbo e recebendo, assim, a filiação divina, se torne filho de Deus.

Jesus anunciou em sua pregação o Juízo do último Dia. Então será revelada a conduta de cada um e o segredo dos corações. Será também condenada a incredulidade culpada que fez pouco caso da graça oferecida por Deus. A atitude em relação ao próximo revelará o acolhimento ou a recusa da graça e do amor divino Jesus dirá no último Dia: "Cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes" (Mt 25,40).

Jesus Cristo é Senhor da Vida Eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence a Ele enquanto Redentor do mundo. Ele adquiriu este direito ao passar pela morte de Cruz. O Pai entregou "todo o julgamento ao Filho" (Jo 5,22). Ora, o Filho não veio para julgar, mas para salvar e para dar a vida que está nele. É pela recusa da graça nesta vida que cada um já se julga a si mesmo recebe de acordo com suas obras e pode até condenar-se para a eternidade ao recusar o Espírito de amor. Sendo assim, na verdade Jesus não condena. Nós é que nos condenamos.

É por isso que devemos tomar muito cuidado com a nossa atitude diante dos chamados de Deus. Recusar o Seu convite de adesão ao seu Plano de Amor é o mesmo que dizer: Eu não creio em Você! E quem faz isso é porque está sob o domínio daquele que ficou conhecido pelo nome de príncipe das trevas.

Recusar o chamado de Jesus é o mesmo que se candidatar a condenação.

Sal.

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