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30/01/2012

“Jesus é apresentado no Templo” – Claudinei M. Oliveira

 

Quinta - feira, 02 de Fevereiro de 2012

Evangelho: Lc 2, 22-40

            Conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram o menino para ser apresentado ao Senhor no templo de Jerusalém. Já se passaram quarenta dias do nascimento e Jesus foi apresentado ao templo para consagrar a Deus suas magnitudes e o serviço missionário da libertação. Por isso celebramos também a "festa das luzes", encerrando as celebrações natalinas e abrindo caminho à páscoa, ou seja, para a nova vida cheia de esperança.

            Maria e José ofertaram  em sacrifício um par de rolinhas ou pombinhos à purificação. Como viviam na situação de poucos recursos, suas oferendas conciliavam aquilo que o pobre poderia oferecer. Não foram de mãos vazias, mas, levaram o que poderia oferecer ao Senhor, sinal de humildade perante as classes dirigentes de Jerusalém.

            No Evangelho de Lucas não há descrição à  oferta para resgatar o primogênito, com isso Jesus continuou a vida inteira consagrada a Deus , e sua missão terminará com o sacrifício de sua própria vida. Contudo, Jesus cumpriu a missão do serviço para a salvação de toda a humanidade.

            Por isso, Jesus é a luz que o povo de Israel esperava. A luz tem objetivo de dar segurança ao caminhante  a fim de não deixá-lo tropeçar nos percalços da viagem. O povo de Israel esperava ansioso pelo messias, na ânsia de encontrar um novo rumo, pois não suportava a exploração dos detentores do poder.  Suas vidas de sofrimento não enxergavam alternativas viáveis para a libertação.

            Na pessoa de Simeão que representa o povo pobre a luz norteou sua morte, porque via a salvação que Deus lhe enviou através de Jesus.  Simeão é a esperança cativante do angustiado que só deve partir depois de cumprido a promessa. O povo de Israel estava sedento por este encontro, entretanto, não significaria a luz somente para o pequeno povo escolhido, mas para todos os filhos de Deus sobre a face da terra.

            Lucas abre as portas para a prática do Evangelho. Levou para sua comunidade a audácia de Simeão que soube esperar o encontro da Luz na porta do templo. Simbolizando assim a convicção da certeza de um povo que almeja a fé poderosa na pessoa da Salvação que é Jesus. A luz veio ao encontro, não os deixando nas trevas, mas mostrando o caminho reto a ser seguido. Um caminho de paz, amor, prosperidade e de respeito entre todos.

            A alegria dos pais de levarem o filho ao templo, lugar sagrado e lugar da purificação, torna-se espantoso para os pobres. Este menino que alegremente recebeu o encanto de multidões, por ser o grande Messias, vai levar o povo a fazer escolhas decisivas: ou aceita a proposta de Deus na base da justiça de um novo Reino, ou continua na injustiça da minoria que aliena e corrói as forças dos pobres por benefícios próprios. Sinal de contradição, ou segue a libertação à Luz do Evangelho e do Pai Celestial, ou permanece no sofrimento, sugado pelos poderosos.

            Caros irmãos, seguir a luz de Cristo não é tarefa fácil, ela exige renuncia e dedicação, ela exige novo olhar apaixonante de um servo que entendeu a significância do trabalho da entrega total. Diante de nós está o serviço para ser executado na tenacidade da Palavra; muitos já passaram por isso ao assumir o lado pobre de Jesus no vislumbramento da libertação. Não se enganaram quanto ao projeto e receberam a luz forte, a luz do serviço ou a luz do novo jeito de ser para nova realidade. Amém.

Felicidades, Claudinei M. Oliveira.

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