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12 de dez de 2010

De onde vinha o Batismo de João? - Fr. Luiz

Segunda-feira, 13 de dezembro de 2010


Ao chegar ao templo, Jesus é questionado pelos príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo sobre a sua autoridade de pregação. Com grande sabedoria, Jesus responde com outra pergunta que os deixa confundidos. Diante da pergunta de Jesus, eles ficaram impossibilitados de formularem uma resposta plausível, já que tinham comportamentos arrogantes e injustos na sociedade. Preferiram calar-se para não assumirem seus erros. Eles calaram-se não por falta de respostas, mas por falta de coerência nos cargos que exerciam na sociedade. O silêncio é a resposta de quem não tem respostas.

Diante da ausência de respostas de seus opositores, Jesus não responde em palavras; Ele responde com gestos solidários e atitudes humanizantes visando à promoção humana. Os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo entenderam a mensagem de Cristo, mas preferiram continuar na arrogância injusta. Eles não quiseram mudar. Mudança exige conversão e renúncias. É necessário despojamento e doação para que a conversão aconteça. Os opositores de Cristo não tiveram essas características. E nós, estamos abertos à conversão ou preferimos o silêncio diante das provocações de Cristo?

Hoje, celebrando Santa Luzia, pedimos que ela nos ajude a sermos audaciosos em optar pelo projeto de Cristo. Que a exemplo de Santa Luzia sejamos testemunhas das maravilhas de Deus que se renovam a cada amanhecer!

Fr. Luiz Almir, CSsR

Nasceu Jesus - Fr. Lucas Emanuel


SÁBADO, 18/12/2010

Mt 1,18-24

Olá gente querida!

Já nos aproximando do Natal, festa da alegria de percebermos que Deus permanece entre nós e caminha conosco, e o evangelho de hoje nos conta a origem de Jesus!

Como podemos perceber, Deus escolheu habitar o mundo de maneira muito simples. Nasceu em meio a simplicidade e no aconchego de uma família. Maria, a mãe amorosa e confiante! José, o pai zeloso e atento!

É interessante observarmos a figura de José no relato do evangelho de hoje, por que ele nos dá um grande exemplo de prudência e esperança!

O exemplo de prudência nós o percebemos no momento em que ele abandona Maria em segredo (v. 19). Depois, em um sonho, o anjo lhe explica tudo e José nos dá o exemplo da esperança. Esperança, por que José ficará ao lado de Maria e a ajudará a enfrentar todos os obstáculos que virão e também a José foi confiada a responsabilidade de dar o nome do Menino: JESUS!

Deus escolheu ter uma família como a nossa! Quis ser criança e ter um pai e uma mãe. Com isso, ele nos ensina o valor que devemos dar à FAMÍLIA.

A FAMÍLIA A PÉROLA PRECIOSA QUE DEUS DEU À HUMANIDADE E NÓS DEVEMOS PRESERVÁ-LA E SANTIFICÁ-LA A CADA DIA!

Que a Sagrada Família nos ajude a construir a família querida por Deus! Amém.

Fr. Lucas Emanuel Almeida. CSsR

Genealogia de Jesus Cristo - Padre Queiroz

SEXTA-FEIRA 17/12/2010

Mt 1,1-17


Hoje iniciamos a preparação próxima para o Natal, e a liturgia se volta para o protagonista principal da festa: Jesus Cristo. O Evangelho nos apresenta a árvore genealógica de Jesus, como descendente de Davi.

Nós ficamos edificados com a misericórdia de Deus, ao vermos que faz parte dessa genealogia quatro mulheres que antes levavam uma vida de pecado:

- Tamar que, através de trapaças, teve um filho do seu próprio sogro Judá (Gn 38).

- Raab, de Jericó, era prostituta (Js 2).

- Rute não era judia, mas moabita (Rt 4).

- Betsabéia adulterou-se com Davi (2Sm 11).

Como Deus é misericordioso conosco! E como ele é aberto a todos e todas que têm bom coração! Jesus, Deus encarnado, foi assim em toda a sua vida. Ele amar os pecadores e tirá-los lama.

Jesus Cristo, o Filho de Deus, converte-se no novo molde do ser humano, já que o homem quebrou seu molde original, dado pelo criador.

Vemos claramente que o mistério do homem só se esclarece no mistério do Novo Homem, enviado pelo Pai, Jesus Cristo. “Cristo veio revelar ao homem o mistério do próprio homem” (GS 22).

Ao nos prepararmos para celebrar a Encarnação de Cristo, nós nos alegramos, pois Deus se tornou homem para que o homem fosse elevado à filiação divina.

Esse duplo movimento, para baixo e para cima, é a base do nosso trabalho pastoral e missionário. Queremos descer ao homem pecador, nós que também o somos, para juntos subirmos ao Céu. Lá, queremos dar um abraço em Deus: Pai, Filho e Espírito Santo.

E esse duplo movimento teve seu ponto de apoio na maternidade divina de Maria. Ela é a ponte que une o Céu e a terra. No seio de Maria operou-se o ato mais surpreendente da história: o encontro pessoal de Deus com o homem.

Faltam apenas sete dias para o Natal. Por isso, a Igreja começa hoje uma preparação mais intensa, centralizada na pessoa de Jesus. Nós temos para cada um desses sete dias uma antífona especial, chamadas de “Antífonas do Ó”, que deram origem ao nome do bairro Freguesia do Ó, em S. Paulo. Elas estão na Liturgia das Horas, no Magnificat. Foram compostas no séc. VII. Destacam as várias qualidade de Jesus, Deus encarnado, e expressam o desejo de salvação de toda a humanidade. São orações curtas, dirigidas a Cristo, que resumem o espírito do advento e do Natal. Elas expressam a admiração da Igreja diante do mistério de Deus feito Homem, através da interjeição “Ó”. Nelas estão as três dimensões da festa do Natal: 1) A celebração do nascimento de Jesus em Belém. 2) O esforço para que este seu nascimento se atualize hoje. 3) A segunda vinda de Cristo. Todas as antífonas são súplicas a Cristo, a cada dia invocado com um título diferente, um título messiânico tomado do Antigo Testamento, mas entendido à luz do Novo.

A antífona de hoje é: Ó Sabedoria, que saístes da boca do Altíssimo, e atingis até os confins de todo o universo e com força e suavidade governais o mundo inteiro: oh vinde ensinar-nos o caminho da prudência!

Nós temos também um canto muito antigo do advento, que resume a genealogia de Jesus de forma bonita e criativa: “De Jessé nasceu a vara, da vara nasceu a flor; e da flor nasceu Maria, de Maria o Salvador.”

Havia, certa vez, um cavalo que passava o dia andando em círculos, girando uma roda d’água. Ele olhava para os outros cavalos do sítio e pensava: “Quem me dera mudar de serviço e ser como aquele colega que leva meu patrão para lá e para cá, fazendo passeios! Ou então se eu pudesse ser como aquele outro que fica andando no meio das lavouras puxando o arado. Que vida sem sentido é esta minha! Ficar aqui o dia inteiro andando em círculos sem sair do lugar!”

O patrão percebeu e lhe disse: “Meu querido cavalo, o seu trabalho é muito importante aqui no sítio. Veja a horta, o jardim, as crianças sorrindo... Tudo isso é porque você nos fornece a água! Veja também todos os outros animais do sítio... A nossa vida depende de você”.

O cristão verdadeiro se mostra na fidelidade do dia a dia, fidelidade nas coisas pequenas, ou ações simples, mesmo que repetidas durante toda a vida.

Que Maria, a ponte usada para encontrar-se com o homem, seja também uma ponte para o nosso encontro com Deus.

Genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi.

Padre Queiroz

O encontro de Jesus com a mulher nascida na Fenícia - Padre Queiroz

QUINTA-FEIRA- 16/12/2010

Lc 7,24-30


Este Evangelho narra a cena de uma mulher pagã que pede a Jesus a cura de sua filha. De início, Jesus recusa, dizendo que foi enviado primeiro para o povo de Israel. E ele fala uma frase que, à primeira vista, parece dura, mas era um dito popular: “Não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos”.

Entretanto, a mulher não se deixa vencer, e tem uma saída criativa. Ela responde na hora: “É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam cair”. Jesus fica comovido e atende o pedido dela.

Ter fé é vencer os obstáculos, venham de onde vierem, até da parte do Enviado de Deus, como foi o caso. Exemplos de obstáculos que podem se chocar com a nossa fé: Aparente recusa de Deus em nos atender, como o caso de uma doença, que a pessoa pede para Deus curar e a doença até piora, ou a pessoa continua doente durante anos; um vício que a pessoa já tentou vencer e não conseguiu; uma tentação forte, diante da qual a pessoa se sente pequenina e impotente; alguma dificuldade de relacionamento em casa ou no trabalho, uma catástrofe, como por exemplo, um terremoto...

Jó (Cf seu livro na Bíblia) é um grande exemplo para nós nesse ponto. Exemplo de persistência.

A nossa fé não fica parada. Ela é como uma planta: ou cresce ou morre. E ela cresce na direção da fidelidade, isto é, da fé que ultrapassa os obstáculos.

Aquela mulher era pagã, isto é, não pertencia à descendência de Abraão, que era o povo eleito, com o qual Deus fez a primeira Aliança. Entretanto, ela tinha uma fé correta e bonita.

Pagãos para nós são os não batizados. É uma situação cuja superação é aberta a todos e é facílima: basta receber o batismo. Para os judeus do tempo de Jesus, ser pagão era um estigma indelével, uma barreira intransponível, pois dependia da raça, o que ninguém consegue mudar. Mas aquela primeira Aliança era provisória. Tinha o objetivo de preparar a nova e eterna Aliança feita por Jesus Cristo. Com a chegada de Jesus, a primeira aliança foi abolida e passou a valer a nova e eterna Aliança, com todos os homens e mulheres do mundo, Aliança que é baseada, não mais em raça, mas na fé em Jesus Cristo. Como disse S. Paulo: “Não há mais judeu ou grego, escravo ou livre, homem ou mulher, pois todos vós sois um só em Cristo” (Gl 3,28).

Entretanto, apesar de o povo de Israel ter sido infiel à sua Aliança com Deus, Deus continuou fiel. Mesmo depois que a primeira Aliança foi superada, Jesus inicialmente deu preferência ao povo de Israel. Mas ele sempre acolhia bem os pagãos que o procuravam. Inclusive, várias vezes, elogiou a fé deles, como a do centurião romano: “Em ninguém em Israel encontrei tanta fé” (Mt 8,10).

A mensagem principal deste encontro de Jesus com a mulher nascida na Fenícia é a força que tem a oração perseverante e feita com fé. Ela é a nossa força; é mais forte que as estruturas, até religiosas. Pela oração, nós somos capazes de “transportar montanhas”, como disse Jesus. Cabe a nós, contra tudo e contra todos, continuar pedindo a Deus as coisas, com fé, mesmo que dê a impressão de que até Deus virou as costas para nós. E argumentar com Deus, como fez a mulher: “Os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam cair”.

A mesma mensagem vemos em algumas parábolas de Jesus: a da viúva pedindo para o juiz a solução do seu caso judicial (Lc 18,1-8), a do vizinho que altas horas da noite batia na porta do outro, pedindo pães para a visita que acabara de chegar a sua casa; o que estava deitado certamente falou para a esposa: Vamos lá atendê-lo, senão ninguém dorme nesta casa (Lc 11,5-8).

Hoje é o dia de Nossa Senhora de Lourdes. Vamos recordar um pouco da história dela. As aparições aconteceram na cidade de Lourdes, na França.

Dia onze de fevereiro de 1858, uma mocinha de catorze anos, chamada Bernadete Soubirous, saiu de casa, com duas meninas crianças, a fim de buscar lenha.

Era uma família pobre, e Bernadete era analfabeta e doentia.

Andando pelo campo, quando passavam ao lado de um morro, Bernadete viu uma luz forte que saía de uma gruta. No meio da luz estava uma Senhora, vestida de branco, com uma faixa azul e o terço na mão.

Bernadete ficou muito feliz. Pegou o terço que trazia no bolso e o rezou, junto com as meninas. A Senhora também passava com o dedo as contas do seu terço. Quando terminaram o terço, a visão logo desapareceu.

Bernadete perguntou às duas meninas se tinham visto alguma coisa, disseram que não, e Bernadete lhes contou o acontecido.

Voltando para casa, uma das crianças, que era irmã de Bernadete, contou para a família o fato. Mas ninguém deu importância.

E as aparições se repetiram dezoito vezes, até dia dezesseis de julho. A partir da terceira aparição, Maria conversava com Bernadete. Ela lhe contou quem era, e disse: “Eu sou a Imaculada conceição”. Fazia apenas quatro anos que o Papa Pio IX havia proclamado o dogma da Imaculada Conceição.

Maria disse também a Bernadete: “Eu não lhe prometo a felicidade neste mundo, mas no outro”.

Numa das aparições, Maria pediu a Bernadete que arranhasse o chão com os dedos. Ela o fez, e começou a brotar água. Esta fonte existe até hoje em Lourdes.

Maria pediu a Bernadete que transmitisse a todos, os seus três pedidos: A conversão, mais oração, e a vivência da caridade. Pediu também que todos rezassem o terço.

Terminadas as aparições, Bernadete entrou em um convento das Irmãs da Caridade, onde ficou enclausurada até a morte, em 1893, com apenas trinta e cinco anos de idade.

Naquele mesmo local onde a Virgem apareceu, hoje existe um belo santuário. E Bernadete foi canonizada. Hoje é Santa Bernadete Soubirous.

Hoje é também o dia mundial do enfermo, devido ao cuidado que Maria Santíssima tem pelos enfermos, especialmente em Lourdes.

Nós queremos pedir a Deus, por intercessão de Nossa Senhora de Lourdes, que nos dê a todos saúde, do corpo, da alma e do espírito. Que evitemos o pecado, a fim de estarmos mais parecidos com a Imaculada Conceição. E que rezemos o terço.

E, voltando ao Evangelho de hoje, peçamos a Maria Santíssima: “Ensina teu povo a rezar, Maria Mãe de Jesus, que um dia teu povo desperta e na certa vai ver a luz!”


Padre Queiroz

Ide contar a João o que vistes e ouvistes - Padre Queiroz

QUARTA-FEIRA 15/12/2010

Lc 7,19-23


O Evangelho de hoje tem duas partes. Na primeira, João Batista manda dois de seus discípulos perguntar a Jesus se é ele o Messias. E na segunda, Jesus responde de maneira prática, fazendo as ações que, segundo o profeta Isaías, eram próprias do Messias.

João mandou perguntar, não porque ele estivesse em dúvida, e sim para confirmar a fé dos seus discípulos, já que em breve ele iria morrer.

Antes de responder, e na presença dos emissários de João, Jesus curou muitos enfermos e deu vista a muitos cegos. Depois disse aos emissários: “Ide contar a João o que vistes e ouvistes”.

Jesus tomou essa atitude porque sabia que João Batista conhecia o livro do profeta Isaías, e lá (Is 35,5-6; Is 61,1-2) está escrito que estas ações que Jesus fez são identificadoras do Messias. Foi uma resposta do jeito que Jesus gosta: mostrou com obras e não apenas com palavras.

Seria como hoje um grupinho de pessoas chegar a nossa casa e disser: “O nosso chefe nos mandou perguntar qual é a religião de vocês”. E nós, em vez de responder, pedirmos a eles que fiquem na nossa casa durante aquele dia. Verão que a família é unida; que existe espírito de oração e rezam o terço; que são preocupados com os necessitados; que existem nas paredes da casa o crucifixo, quadros e imagens de Jesus, de Nossa Senhora e dos santos... No fim, nós diríamos a eles: “Podem ir e contar ao seu chefe o que vocês viram e ouviram”. Diante disso, não há dúvida que a família é católica.

Jesus gosta desse jeito de mostrarmos quem somos: pela nossa vida. Se fé fosse apenas saber e acreditar, o demônio seria campeão de fé, pois sabe tudo e acredita. A diferença é que ele não vive o que sabe.

No caso de Jesus, havia outra prova clara de sua messianidade: os seus milagres.

Com Jesus está inaugurado o Reino de Deus, onde os cegos recuperam a vista, os aleijados andam, os famintos são bem alimentados, os pobres são amados e a Boa Nova é anunciada aos pobres. Quer dizer, ninguém fica marginalizado, inclusive do ponto de vista religioso do ponto de vista religioso.

“E feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim.” Jesus está dizendo que é feliz aquele que acredita que as características do Messias são estas que Jesus apresenta, e não aquelas que o povo judeu esperava: um rei triunfalista e cheio de poder temporal. Escandalizar é não acreditar e negar que Jesus é o Messias, pela fato de se apresentar como o “Servo sofredor”.

Na sinagoga de Nazaré (Lc 4,16ss), Jesus disse quase a mesma coisa. Nas duas cenas percebe-se que Jesus não se atém a atos estritamente religiosos, como muitos querem ver a religião. Ele misturava o socorro humano e o divino, pois o homem é uma unidade: corpo e alma. Não separe o homem o que Deus uniu. Esse foi também o “escândalo” que Jesus deu. O “escândalo” de afirmar que Deus ama o homem todo e não apenas a alma.

Todos os cristãos que se preocupam com os marginalizados e fazem algo por eles, dão o autêntico testemunho de Jesus. Estes cristãos celebram verdadeiramente o advento.

Certa vez, dois irmãozinhos, um menino e uma menina, estavam conversando na varanda da casa. O pai, que fora tirar uma soneca depois do almoço, estava acordado, e ouvia a conversa.

A menina dizia: “Quando eu crescer, vou ser como a mamãe: serei leitora na hora da Missa”. O menino falou: “Eu não; quando ficar grande, vou ser como papai: nem à Missa eu irei mais”.

Depois de ouvir a conversa, o pai não conseguia mais dormir. Virava para cá, virava para lá, nada. Daí para frente, ele mudou de vida e se tornou um católico praticante.

Que bom se neste advento os pais refletissem sobre o tipo de exemplo que dão aos filhos! E também os filhos refletissem que tipo de exemplo estão dando na família, na escola etc.

Os personagens principais deste tempo sagrado do advento são: Jesus, Maria Santíssima, João Batista e o profeta Isaías. Nós pedimos a Jesus que, por intercessão de sua Mãe, nos ajude a celebrar bem a festa do seu aniversário.

Ide contar a João o que vistes e ouvistes.

Padre Queiroz