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27 de fev de 2012

A cura do paralítico da piscina borbulhante - Sal



20 de março

" Você quer ficar curado?" Ele respondeu: Senhor, eu não tenho ninguém para me pôr no tanque quando a água se mexe. Cada vez que eu tento entrar, outro doente entra antes de mim. Então Jesus disse: "Levante-se, pegue a sua cama e ande!" No mesmo instante, o homem ficou curado, pegou a cama e começou a andar.

Senhor, eu não tenho ninguém para me pôr no tanque quando a água se mexe.
            Isso acontece hoje aos idosos, sem filhos que cuide deles, idosos desprezados, abandonados, pelos jovens, idosos aposentados e que são explorados pelos espertos parentes e amigos, que sobre o pretexto de cuidarem deles, estão é di olho no seu dinheirinho da aposentadoria, ou na sua propriedade.
            Ela era uma mulher aparentemente bondosa. Empregada de uma família cuja esposa morreu de câncer, passou  cuidar daquele senhor idoso, com problemas de locomoção. Tinha as duas pernas entrevadas e sem cura. Ela cuidou do velho até o último instante. Ele, em vez de deixar a herança para os filhos, deixou tudo para ela.
            Os filhos revoltados com a decisão do pai, começaram a colocar defeito na empregada, acusando-a de oportunista, de matadora de velho, de promíscua, e de outras coisas mais.
Outro caso: eram três senhoras idosas, com uma pequena propriedade, e todas recebiam o salário da previdência.  Alguns familiares se aproveitavam daquela situação para ganhar dinheiro. É isso mesmo. Para ganhar dinheiro. Ganharam de presente das idosas solteironas a propriedade, compravam carros, motos e construíam casas com o dinheiro das velhas, entre outras coisas mais.  Isso porque elas não tendo ninguém para cuidar delas, pagavam os parentes para que fizessem isso.
Outra parábola: 
Aquele jovem trabalhador sem mão e sem pai, passou a trabalhar pelo prato de comida para aquela família rica. Foi muito bem acolhido, não por caridade necessariamente, mas pela sua garra, pela sua vontade de vencer, por ser muito trabalhador, pela sua honestidade, etc.
Morre o chefe da casa. Os filhos casaram e passaram a morar em outra cidade muito distante. A esposa do patrão, que gostava muito daquele criado, passou a coabitar com ele, pelo fato de estar muito carente sem ninguém que cuidasse dela. O empregado que aquela altura já não era mais tão jovem adaptou-se àquela nova situação, se peso na consciência, pois se tratava de uma caridade, como dizia aos seus amigos.
Hoje, esse homem criado na casa  grande, em vez da senzala, é um homem rico, mais acreditado dos os próprios filhos do fazendeiro, e odiado pelos filhos do patrão, que o chama de esperto e oportunista.
Não vamos aqui julgar nenhum desses personagens, deixamos essa tarefa par o caro leitor.  
 Porém, a bem da verdade, sabemos que existem muitos idosos que semelhantes àquele homem que não tinha ninguém que ajudasse a entra na piscina borbulhante, e que são explorados por oportunistas, não necessariamente por caridade, mais para se aproveitar dos seus recursos financeiros.  Você já sabia disso? Você já pensou nisso? Você conhece algum caso parecido com isso?
Sal.

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