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19 de fev de 2012

Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé - Missionários Claretianos

Segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
7ª Semana do Tempo Comum

Santos do Dia:
Amada de Assis (clarissa, virgem), Bolcan de Derken (bispo), Colgan de Clonmacnoise (abade), Eleutério de Bizâncio (bispo, mártir), Eleutério de Tournai (bispo), Euquério de Orléans (monge, bispo), Falco de Maastricht (bispo), Leão de Catânia (bispo), Potâmio e Nemésio (mártires de Chipre), Valério de Conserans (bispo), Ulrico de Haselbury (eremita).

Primeira leitura: 
Tiago 3,13-18
Se formentais, no coração, amargo ciúme e rivalidade, não vos glorieisSalmo responsorial: Salmo 18(19B),8.9.10.15 (R. 9a)
Os ensinos do Senhor são sempre retos, alegria ao coração.Evangelho: Marcos 9,14-29
Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé.
A tentação mais freqüente das pessoas religiosas é a falta de fé. O evangelho fala da falta de fé na força do evangelho, que afeta os escribas e os discípulos de Jesus. Para os letrados ou escribas, que eram profissionais da interpretação jurídica da Bíblia, a fé se confunde com muita freqüência com a coerência teórica de suas doutrinas.

Bastava que suas interpretações da Lei se mantivessem dentro dos limites fixados por seus mestres para dar-se por satisfeitos. Os discípulos de Jesus se contentavam com tentar mudar as coisas, porém sem comprometer-se realmente. O que Jesus propõe é que façamos da fé uma força capaz de mudar a realidade; em particular a realidade da miséria, da opressão e da enfermidade que com freqüência  acomete a vida das pessoas e as impede de viver em plenitude como Deus quer.

Nós vivemos hoje em meio a uma realidade que sete a falta de esperança, onde a lógica do lucro incessante parece fazer parte dos processos que esgotam os recursos do planeta e na distribuição não equitativa das riquezas. Frente a esse ar de resignação passiva, Jesus nos impele a fazer de nossa fé uma força de transformação.

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