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7 de mar de 2012

Ninguém é tão pobre que não possua nada para dar nem igualmente é tão rico que não necessite partilhar com alguém a sua riqueza - Maria Regina




                                      A parábola do rico e do Lázaro nos mostra uma situação, ainda hoje, persistente dentro da nossa realidade de vida. Por isso, ela deve ser tema para a nossa reflexão neste tempo da Quaresma. A conjuntura do rico e do Lázaro nos dá uma amostra do julgamento de Deus. Aqui na terra nós recebemos as condições para nos apropriarmos dos “terrenos do céu”. Há, porém, uma condição imprescindível: a de partilharmos os nossos bens e dons dos nossos “terrenos da terra” com os outros moradores. Ninguém é tão pobre que não possua nada para dar nem igualmente é tão rico que não necessite partilhar com alguém a sua riqueza.
                             Jesus nos fala que o rico recebe os bens durante a vida e o pobre, os males, mas que na outra vida dar-se-á o contrário. Contudo, precisamos ter em mente que, ser rico, em si não é um mal. O mal é quando queremos ter tudo só para nós e desprezamos àqueles que vivem à nossa porta implorando por migalhas, porque não possuem o suficiente para viverem com dignidade. Não obstante sabermos que o próprio Jesus em outra passagem nos diz que “sempre tereis convosco os pobres” (Jo 12, 8ª), a sua existência é uma chance que Deus dá ao rico para bem empregar os seus bens e assim poder obter ainda muito mais para ajudar a quem precisa.
                      Isto, é uma questão de sobrevivência e uma lei natural da vida: é dando que se recebe, é no esquecimento de nós mesmos que nos encontramos. Nunca se ouviu dizer que alguém ficou pobre porque ajudou a outrem, no entanto, sabemos que muitos chegam à ruína porque empregaram mal a sua fortuna. Jesus também nos mostra a perspectiva da eternidade para o rico avarento e o pobre humilhado: para o primeiro a região dos mortos que é a ausência de Deus e para o segundo, o seio de Abraão, isto é, a presença de Deus e o consolo para as suas dores.
                 A mensagem final do Evangelho nos faz refletir no tempo atual da nossa vida quando temos a oportunidade de pôr em prática todos os ensinamentos de Jesus a fim de não termos a mesma sorte dos mesquinhos, assim como também a responsabilidade que nós temos de abrir os olhos das pessoas da nossa família que ainda não acolheram Jesus como Salvador. Reflita – Quais os bens que você tem recebido na vida? – Como é a sua vida: você tem recebido mais bens ou mais feridas? Existe alguém na sua porta, ferido, chagado e faminto que precisa de um pouquinho do que você possui? – Pense nisso!
Amém
Abraço carinhoso de
Maria Regina


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