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11 de mar de 2012

“Não seja hipócrita como os fariseus na oração” – Claudinei M. Oliveira




Sábado, 17 de março de 2012
Evangelho: Lc 18,9-14
           
            Fantástico este Evangelho de Lucas. Não tem como não apaixonar por Jesus. Ele é o verdadeiro Mestre na arte do falar e na arte de explicar para que nenhuma dúvida pairasse sobre o tema. Veja como Ele conta na parábola o jeito certo de pedir e seguir na contrição do caminho reto. Bem que  poderia condenar o publicano pela sua prática, mas não O fez, até elogiou pela sua simplicidade na oração de pedido, contrariando o belo e maravilhoso pedido do fariseu que falava bonito e praticava de boca para fora os ensinamentos do Pai.
            O que Jesus ensina para aqueles que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros é a maneira de como redimir dos erros. Reconhecerem que não estão levando a sério as doutrinas sagradas  e pedirem perdão pelos atos cometidos. Terem em si a consciência  de que precisam mudar integralmente, não serem arrogantes, acreditarem que já estão salvo e fazer o que bem entender distante da casa de Deus. Olha que esta parábola choca muita pessoa desavisada.
            O necessário é ter o arrependimento de coração e ser humilde suficiente para pedir a intervenção divina. O cobrador de imposto em sua oração não pediu mais vida, mais amor e nem a salvação, ele pediu piedade pela sua fraqueza porque era um pecador. Reconheceu por si sua atitude de morte de cabeça baixa, no gesto de remissão, levou seu pedido ao Pai. Assim, sabia o cobrador de impostos que a sociedade em que vivia  era uma sociedade injusta que maltratava os irmãos.
            Já os judeus que pela Lei judaica poderia orar em pé, agradeciam pelas conquistas e por tudo que possuíam, gabavam-se por viver na honradez de suas leis. Não enxergavam que suas práticas maltratavam muitos irmãos, eram soberbos. Estes voltaram para casa acreditando estar fazendo as coisas certas, pois preconizavam estar cometendo justiça.
            Mas na verdade quem voltou para casa em paz, segundo Jesus, foi o publicano. Este reconhece sua prática abusiva, mas buscou o perdão; enquanto os fariseus voltaram para casa na ganância de aumentar seus privilégios por estarem eleito a viver na eternidade.
            Portanto, devemos sempre voltar para o Senhor na humildade e reconhecermos que somos fracos, na intenção de um dia aprendermos a viver na justiça fraterna do Pai. Não imitarmos nem os fariseus e nem o publicano, mas sermos nós mesmos com nossos defeitos e nossas angústias. Que assim seja, Amém!
            Felicidades. Claudinei M. Oliveira

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