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14 de fev de 2012

“Jesus fala de sua morte e Ressurreição” – Claudinei M. Oliveira



Sexta – feira, 17 de fevereiro de 2012
Evangelho: Mc  8, 34-9,1

            Como cristãos buscamos sempre a vida sagrada no Cristo Jesus. Ele é a Luz e o Caminho reto que devemos trilhar para alcançar as graças do Pai. Somente a vida pautada no Santo Evangelho e no seguimento do Mestre nos pode dar a salvação. Esta é a meta e o anseio de cada membro da família de Deus.
            A fé alimenta a vontade de fazer justiça. A justiça consiste em preservar as coisas boas em comunidade e na vivência familiar. Quando fazemos justiça a partir da fé estamos seguindo os passos de Jesus. Seu legado nos remete a muitos exemplos de ações libertadoras. Ele fez a justiça brotar  no seio da sociedade perdida e consumida pelas práticas maléficas dos fariseus. Assim, quando o povo pobre descobria o verdadeiro caminho e não tinha  vergonha de seguir, libertava-o dos fardos impostos pela gestores da época.
            Todavia, o povo pobre absorvia a fé transmitida pelo Filho do Homem. Ao abraçar a caminhada libertadora e os passos do Mestre, deixava de viver a vida de caos, da morte, da escuridão e do egoísmo e passava a viver  a salvação.  Encontrava no Homem de Nazaré a força espiritual para sustentar na jornada. Como afirma no Salmo 30, 3s “Sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e aminha rocha; para honrar do vosso nome, vós me conduzis e alimentais”. O salmista encontra no Deus a total segurança sólida para afastar todos os percalços que por ventura aproximar-se.
            Enquanto filhos e  filhas de Deus não podemos temer a vontade do Pai. Devemos olhá-Lo como rocha firme que sustenta todo o ser enquanto pratica a justiça no meio dos mais abandonados. Não escondermos nos arbustos dos serviços que nos são colocados em nossas mãos. Mas devemos levantar a cabeça e dizer com toda força: SENHOR, ESTOU AQUI PARA COMPROMETER-SE COM O REINO QUE NOS APRESENTASTES, ALIMETAIS O MEU CORAÇÃO E MINHA ALMA NA FÉ PARA TRABALHAR NA FRATERNIDADE, NO AMOR E NA JUSTIÇA.
            Será que temos disposição e coragem para tanto? Será que ousamos a perder a vida que queremos para alcançarmos a salvação? Ou será que deixaremos para começar seguir Jesus amanhã?
            Claro que a vida que estamos vivendo na grande maioria é cheia de expectativas: mordomia, facilidades de consumo, gastos desnecessários, casas de padrões elevados, poderes decisórios, festas particulares, etc. Contudo, Jesus fala que este modelo de vida NÃO vai levar ao encontro da salvação. A vida da salvação requer entrega, doação e discernimento.
            Caros leitores,  renunciar a si mesmo e seguir a cruz de Cristo é um convite ousado. Veja que Cristo foi morto na Cruz, não que a cruz de Cristo é a morte, mas é a liberdade de viver desgarrado dos bens materiais que atormenta nosso povo. Foi a cruz que baniu o pecado do homem terreno e deu chance para conhecer bem de perto a vida feliz na glória do Pai. Entretanto, a cruz exige renuncia de muitas coisas fáceis que são ofertados ao homem. Neste contexto, a fé aparece como entrega e vontade de libertar de muitos males.
            Enfim, não envergonhamos de nosso Deus. Ousamos  conhecê-Lo por dentro. Não nos esqueçamos de praticar sempre a justiça para ganhar a salvação. Que assim seja, amém!
Felicidades, Claudinei M. Oliveira.

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